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Agência de Defesa Agropecuária promove treinamento sobre cultivo da soja

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Servidores da Agência de Defesa Agropecuária do Pará (Adepará) participam, em Xinguara, sudeste paraense, de treinamento sobre a cultura da soja. As aulas, práticas e teóricas, são ministradas por especialistas da instituição, da Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra) e da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). 

O curso se encerra na próxima sexta-feira (18) e reúne fiscais e agentes agropecuários das regiões sul, sudeste, oeste e nordeste paraense, onde as lavouras de soja se concentram.

“A capacitação dos servidores é imprescindível para que tenhamos uma defesa agropecuária fortalecida e eficiente”, destaca a diretora de Defesa e Inspeção Vegetal da Adepará, Lucionila Pimentel. Ela ressalta que o treinamento foi organizado dentro dos protocolos de segurança estabelecidos pela Organização Mundial de Saúde (OMS) contra a Covid-19, fundamentais para a garantia da sanidade e competitividade da sojicultura do Pará.

Além de conhecerem as principais doenças que ameaçam a soja, plantas hospedeiras, métodos de monitoramento e coleta de material, durante o treinamento são ministradas aulas sobre fiscalização e uso responsável de agrotóxicos no campo, geotecnologia aplicada no programa fitossanitário da soja e controle do trânsito de máquinas, equipamentos e implementos agrícolas.

Controle
O controle fitossanitário, no trânsito de máquinas, equipamentos e implementos agrícolas em território paraense foi regulamentado pela Portaria Nº 1725 de 10 de julho de 2020, publicada pela Adepará no Diário Oficial do Estado em 13 de julho de 2020.

As medidas instituídas em Portaria levaram em consideração a importância da prevenção e controle de pragas, para garantir a fitossanidade e competitividade da agricultura paraense e o fato de que as máquinas, equipamentos e implementos agrícolas se constituem em potenciais disseminadores de pragas.

Responsável pelo Programa Estadual da Soja, Maria Alice Thomaz Lisboa explica que o transporte de maquinários pode criar condições propícias para a existência de pragas em áreas onde elas naturalmente não ocorreriam. “A disseminação geográfica das pragas agrícolas pode ser oriunda da movimentação de material contendo algum tipo de praga, que aumenta a probabilidade de sua entrada em um novo local”, frisou.

O cultivo do grão demonstra potencial de crescimento para o agronegócio paraense. A cada ano, sobe o número das áreas plantadas com soja, o que pode levar o Pará a ficar entre os quatro maiores produtores do País.

De acordo com o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola, divulgado no dia 10 deste mês de dezembro pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no mês de novembro de 2020, o Pará foi o responsável pela produção de 1.861. 616 toneladas do grão.

Fonte: Governo PA

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