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Ainda não existe prazo para recuperar o trecho da BR-230 que desmoronou

Trecho onde ocorreu o desmoronamento. Foto:. Reprodução/Redes sociais.

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O trecho onde o deslizamento aconteceu fica próximo à Usina Hidrelétrica Belo Monte, em uma área conhecida como Cobra Choca. Um grande volume de terra desmoronou e acabou arrastando a pista e parte da vegetação. Com a cratera, motoristas ficaram impedidos de passar e a região ficou isolada.

Segundo o DNIT ainda não é possível precisar quanto tempo será necessário para recuperar o trecho e liberar o fluxo. Perto do local onde aconteceu o deslizamento existe uma estrada de terra que leva até o município de Vitória do Xingu, seriam 30 km de viagem, mais 40 até Altamira, onde os motoristas poderiam seguir viagem pela BR. Mas a cratera se abriu próximo à entrada da estrada e também isolou esse caminho.

O trecho identificado pelo departamento fica dentro da área da usina e interliga as barragens de Belo Monte, canal de derivação e a barragem de Pimental e foi criado durante a construção da usina para facilitar o fluxo de máquinas e de trabalhadores. A maior parte da via é asfaltada, com 17 km de estrada de terra, mas segundo o DNIT, está em condições de ser utilizado durante esse período.

O desvio que começa da usina termina em um trecho onde os motoristas podem seguir pela rodovia. No trajeto normal, eles teriam que percorrer cerca de 50 km até Altamira, mas pelo desvio, a rota aumenta em quase 71 km. Para quem precisa seguir viagem, essa alternativa vai ter que servir.

Em 2021, essa é a segunda vez que uma BR é interditada por conta de deslizamento de terra no Pará. Em março, a BR-010 a Belém Brasília ficou interditada por quase 20 dias após um igarapé transbordar e arrastar parte da pista. A enxurrada deixou parte da cidade de Ipixuna debaixo d’água. O trecho já foi recuperado e aguarda recapeamento Por causa do acidente na BR230, o Ministério Público Federal encaminhou ofícios ao Governo Federal pedindo explicações sobre o incidente. No documento, o procurador da república, Gilberto Batista Neves, deu cinco dias ao governo para apresentar uma análise.

Fonte: Confirma Notícias.

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