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Belém faz levantamento sobre população de roedores

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Áreas alagadas e com entulhos são propícias para transmissão da leptospirose. (Foto: reprodução / TV Liberal)

Uma pesquisa irá avaliar a taxa de infestação de roedores de áreas determinadas em Belém. A realização do estudo, que será feito pelo Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) do Departamento de Vigilância em Saúde (Devs) foi divulgada nesta quarta-feira (29).
O estudo será realizado no período de 10 a 15 de agosto. Cerca de 500 imóveis distribuídos nos distritos administrativos de Icoaraci, Sacramenta, Guamá e Belém serão analisados. Para preparar a equipe que irá atuar no Levantamento de Índice de Infestação de Roedores (LIIR), a Sesma já capacitou 45 agentes de controle de endemias, que serão multiplicadores em seus distritos.
Os agentes irão observar na área selecionada vestígios dos animais, tanto dentro como no interior dos domicílios. Depois disso, serão sorteados os quarteirões de cada bairro, sendo que, em cada quarteirão sorteado, todos os imóveis serão visitados e o maior número possível deles inspecionados.

De acordo com George Silva, coordenador do Programa de Controle de Roedores da Sesma aquelas residências em que o morador estiver ausente ou não permitir a entrada do agente, será novamente visitada.

“Conforme as características dos indicadores da presença dos roedores, o Índice de Infestação dos mesmos será classificado como baixo, médio e alto, sendo que as áreas de médio e alto risco receberão, ainda, graus de prioridade”, diz.
Leptospirose
A zoonose é causada por bactérias patogênicas do gênero Leptospira.  É transmitida principalmente pelo contato com água contaminada pela urina de ratos infectados, os quais eliminam leptospiras na urina por longos períodos, contaminando a água e alimentos.
Segundo Altevir Lopes, Chefe do Centro de Controle de Zoonoses de Belém, o LIRR servirá para nortear as ações de controle de roedores e identificar os indicadores de risco para a sua proliferação na cidade. Com isso, será possível visualizar melhor o problema na cidade como um todo, verificando a prevalência de ratos e as áreas críticas que necessitam de ações de prevenção e controle.

O controle da população de roedores é feito através da antiratização e da desratização pelo Centro de Controle de Zoonoses em locais públicos. A antiratização consiste em medidas preventivas e corretivas no meio ambiente objetivando eliminar os fatores de sobrevivência desses animais (água/ alimento/ abrigo/ acesso), em pelo menos um elo. A desratização, por sua vez, é a eliminação física dos roedores, feita através de venenos (raticidas) colocados em locais estratégicos.
Fonte: G1-Pará

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