ITAITUBA

Caso Batistinha: Manifestação acaba de paralisar balsas que operam entre Miritituba e Itaituba

COMPARTILHE

Share on facebook
Share on twitter
Share on whatsapp
Share on linkedin


Na manhã desta segunda-feira (27), as três balsas que são responsáveis pela travessia de centenas de veículos por dia, bem como também de várias pessoas, estão sendo paralisadas por familiares, amigos, colegas de trabalho e várias pessoas que se sentiram revoltadas com o caso do funcionário Batistinha da empresa Rodonave Navegações.

Conforme informações repassadas por uma moradora do Distrito que está no local da manifestação, ela afirmou que inexiste data e horário para a liberação do tráfego no local, até que haja um posicionamento incisivo da empresa.

Paralisação já ocasiona filas de veículos em Miritituba. 

Todos os funcionários da empresa também paralisaram suas atividades, e tomaram posição de apoio ao colega de trabalho.


“Eles só vão voltar a trabalhar quando ele for tirado do municipal. Enquanto isso, a empresa não fizer nada, eles vão continuar sem trabalhar na Rodonave. Se caso a empresa mandar outros funcionários, eles vão tomar outras medidas pra que a balsa não opere”, disse a moradora e apoiadora da causa.

Entenda o caso 

Batistinho Pereira da Silva, de 37 anos, muito conhecido pelo apelido de “Batistinha”, morador do bairro DNER no distrito de Miritituba, em Itaituba, é funcionário da empresa aqui sendo tratada, há cerca de 10 anos. Profissionalmente, ele é descrito como responsável, pontual e dedicado à função que exerce.


Por volta das 7h da manhã desta última sexta-feira (24), Batistinha sofreu um Acidente Vascular Cerebral (AVC) mais conhecido como derrame cerebral, enquanto estava trabalhando. Imediatamente ele foi socorrido e levado para o hospital Municipal de Itaituba – HMI onde permanece até o presente momento.

Após exames médicos, Batistinha foi diagnosticado com Coalogo na cabeça, sendo necessário com urgência sua transferência para a Unidade de Terapia Intensiva – UTI de Santarém. Contudo, ainda não existe leito disponível para ele; o que prolonga ainda mais o tratamento.

Empresa Rodonave no cenário 

O grande estopim que originou revolta de familiares, amigos, população do Distrito e até mesmo de funcionários da empresa, foi a não prestação de assistência da mesma, com o funcionário Batistinha, visto que o acidente seu deu no exercício de suas atividades laborais. 


Em conversa com a filha da vítima, Ana Lúcia, ela contou que um colaborador do setor financeiro da empresa, o Sr. Gabriel, teria ido até o hospital, uma vez tendo conhecimento do ocorrido, no entanto, não teria deixado nada de concreto quanto ao que a empresa faria por ele, em questões médicas.

“O seu Gabriel, que sempre vem pra fazer o recolhimento do dinheiro, ele foi no hospital. Mas como o meu pai bebia, então eles disseram que ele tava assim por conta disso. Agora o seu Zumir, que é o gerente da empresa, nunca se pronunciou ou algo do tipo”, contou.

Plantão 24horas News 

COMPARTILHE

Share on facebook
Share on twitter
Share on whatsapp
Share on linkedin

RELACIONADAS

error: Entre em contato conosco para solicitar o uso de nosso conteúdo