ITAITUBA

Com 1.444 casos, Itaituba é o segundo município do Pará com mais casos de malária

COMPARTILHE

Share on facebook
Share on twitter
Share on whatsapp
Share on linkedin


Os casos de malária no Pará tiveram redução no comparativo entre o primeiro semestre deste ano e do ano passado. A queda foi de 45%. Entretanto, os números ainda são altos. No oeste do estado, o município de Itaituba ficou entre as sete cidades que concentram os maiores números de casos da doença.

Foto: Getty Images
De acordo com levantamento da Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), de janeiro a junho foram registrados 1.444 casos em Itaituba. Outras cidades com mais registros e que figuram com 80% do total de casos no Pará são: Anajás (1.702), Jacareacanga (979), Bagre (782), Alenquer (694), Oeiras do Pará (610), Altamira (358) e Cametá (349).

Dados gerais

Os dados da Sespa apontam que foram 8.355 casos confirmados neste ano contra 15.107 registrados no ano passado no estado. Em relação ao ano de 2018, que teve 21.189 casos de malária notificados, a redução foi de 60, 56%.

Em relação às áreas prováveis de infecção, houve redução de 72,8% na área urbana e de 58,5% na área rural. No entanto, houve aumento de 17,8% na transmissão em regiões de garimpo e de 46,7% nos territórios indígenas.

Sinais e sintomas

A malária é uma doença infecciosa febril aguda, causada por protozoários transmitidos pela fêmea infectada do mosquito Anopheles (mosquito prego), que aparece principalmente ao entardecer e ao amanhecer.

Os sintomas mais comuns da malária são febre alta, calafrios, tremores, sudorese, dor de cabeça, que podem ocorrer de forma cíclica. Muitas pessoas, antes de apresentarem essas manifestações mais características, sentem náuseas, vômitos, cansaço e falta de apetite. A doença pode evoluir para suas formas graves se não for diagnosticada e tratada de forma oportuna e adequada.

É importante ressaltar que a malária é uma doença que tem cura e o tratamento é eficaz, simples e gratuito no Sistema Único de Saúde (SUS).

G1 Santarém 

COMPARTILHE

Share on facebook
Share on twitter
Share on whatsapp
Share on linkedin

RELACIONADAS

error: Entre em contato conosco para solicitar o uso de nosso conteúdo