ITAITUBA

Com decisão da Justiça Federal no Estado do Amazonas, arrecadação de ouro pode sofrer uma redução significativa, em Itaituba

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Com a pandemia de Coronavírus, as fontes de arrecadação dos municípios sofreram uma redução severa. Entretanto, os que possuem atividades minerais em seus territórios estão conseguindo minimizar as dificuldades financeiras. Em maio de 2015, a cotação da onça troy do ouro era de US$ 1.206 (Dólares), e agora, em maio de 2020, o preço saltou para US$ 1.745. Entre o período de cinco anos, o aumento foi superior a 44%.
Área de garimpagem. Foto: Weslen Reis/Plantão
Entre os principais municípios produtores de ouro no país, a maior arrecadação da CEFEM sobre minério neste ano, até 5 de maio, é a de Paracatu, Minas Gerais, que arrecadou 17,3 milhões de reais. O Município de Itaituba, nesse mesmo período, aparece em segundo lugar no ranque, com uma arrecadação de 12, 8 milhões de reais.
Porém essa contribuição pode sofrer uma redução mais que significativa, a partir de uma decisão da Justiça Federal no Estado do Amazonas, que determina bloqueio das atividades relacionadas à exploração madeireira, a garimpagem e ao comércio de ouro.
Em relação ao bloqueio de atividades como o garimpo e a exploração de madeira, empresários e entidades do setor reagiram baseados na funcionalidade da exploração mineral enquanto principal base econômica da região. Presidente da AMOT, Associação dos Mineradores de Ouro do Tapajós, Léo Resende, disse que as DTVMs são autorizadas pelo Banco Central a comercializar ouro. “Não é uma coisa aleatória, não é abrir um comércio na esquina, puxou a conta e comprar ouro, não. As DTVMs são autorizadas pelo Banco Central, pelo Governo Federal”, declarou Léo Resende. 
Plantão 24horas News, com informações do repórter Mauro Torres

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