ITAITUBA

Em Itaituba: Caseiro é assassinado de forma cruel em Balneário; Entenda o caso

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Evaldo Muo Munduruku (de idade não revelada), conhecido por “Índio”, foi assassinado de forma cruel e sem nenhuma chance de defesa, recebendo um disparo de espingarda cartucheira no rosto e várias pauladas, também na cabeça e pelo corpo. 
O indígena da etnia Mundurukú foi surpreendido por volta das 20h da última terça-feira (07) no local onde trabalhava como caseiro, o balneário Fonte Azul, a 13 km de Itaituba, na rodovia Transamazônica. O homem estava sozinho e, segundo supõe a polícia, foi dominado e assassinado fria e cruelmente.
Na casa onde Evaldo morava, foram encontradas gavetas e roupas pelo chão, e a cozinha do balneário também foi revirada. 
A primeira hipótese é de latrocínio, uma vez que, às proximidades de uma saída no fim do muro do balneário, foi encontrada uma ‘trouxa’ com vários alimentos e outros víveres que estavam sendo levados pelo bandido (ou bandidos). A polícia fez buscas pelo local e, para sua surpresa, encontrou uma outra sacola com gêneros que foram furtados do local cerca de vinte e cinco dias atrás, o que leva a crer que provavelmente sejam as mesmas pessoas.
Com informes coletadas junto ao arrendatário do balneário, a polícia estabeleceu uma linha de investigação a partir das características do crime, adotando a hipótese de latrocínio. Também foram vistos rastros de pessoas e de bicicleta na mesma trilha que acredita-se que tenha sido tomada pelos matadores de Evaldo.

O corpo do indígena foi removido para o Instituto Renato Chaves (IML) para os procedimentos de praxe. Ao ser liberado, o corpo foi velado na distribuidora Mercadoria, de propriedade de Agnaldo Mercadoria, arrendatário do balneário.

No local, o clima era de dor e comoção dada à crueldade com que o crime foi cometido e pela pessoa que era Evaldo Mundurukú. O sepultamento aconteceu às 17h desta quarta-feira (08). O delegado Ricardo Vieira preside o inquérito que apura o caso.
Fonte: http://plantao24horasnews.com.br com informações  do Repórter  Mauro Torres

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