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Investigador da Polícia Civil é premiado em concurso de Poesia promovido pela Academia Paraense de Letras

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A Polícia Civil do Pará teve um de seus policiais premiado, na noite desta quinta-feira, 28, pela Academia Paraense de Letras (APL). O investigador Genésio Gomes dos Santos Filho, da Seccional Urbana de São Brás, conquistou o segundo lugar no 3º Concurso de Poesia “Cidade de Belém”, promovido pela instituição, em homenagem aos 400 anos da capital paraense. Com o poema intitulado “Belém e o Poeta”, o policial civil foi agraciado com a premiação em sessão solene na sede da Academia. O evento teve à frente o presidente da APL, Alcyr Meira.
Genésio Filho (à direita) com o presidente da Academia Paraense de Letras
O Concurso de Poesia “Cidade de Belém” visa homenagear o aniversário da capital do Pará, celebrado em 12 de janeiro, por meio de poesias, para valorizar a produção literária dos poetas da terra, reconhecendo a importância desses profissionais. A cada ano, a Academia Paraense de Letras promover ações para desenvolvimento cultural do Pará, no setor artístico e científico, e realiza Concursos Literários. Além disso, a Academia publica revistas e obras literárias; apóia atividades culturais e mantém correspondência com outras Academias de Letras no Brasil e em outros países.
O poema de Genésio Gomes é uma clara alusão à feira do Ver-O-Peso, considerada a maior feira livre da América Latina e eleita em pesquisa feita pela Internet o maior símbolo de Belém. O poema também faz alusão às marcas culturais da capital paraense, como as mangueiras e o Círio de Nazaré. O trabalho literário do investigador da Polícia Civil está na antologia denominada “Belém: Poesia dos 400 Anos”, publicada pela Academia Paraense de Letras.
A seguir, o poema de autoria do policial civil Genésio Gomes dos Santos Filho:
Belém e o Poeta
Poeta, Ver-o-Peso lá em cima destas janelas,
Abrindo-se para mim,
Sorrindo ao te ver,
Faz-me sentir que tudo aqui rima com você:
O poema amadurece na folhagem
A palavra é bentevi na primavera
E o verso chupa o doce da paisagem!
Poeta, o periquito encanta na samaumeira
Canta a procissão de fé
E anuncia da mangueira:
É Círio de Nazaré!
Poeta, vem fazer a feira;
Banhe sua estrofe com o cheiro que der
Sinta a erveira
E chega-te a mim.
Faz querer quem não me quer!
Poeta, sou chuva, rios de emoção
Desaguando na foz da alegria
Pura fonte de inspiração
Jorrando o mel da poesia!

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