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Lançamento do novo filme de 007 é adiado outra vez, e possivelmente passará por refilmagens

Fonte: 007 via nstagram

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A indústria cinematográfica tem enfrentado um dos períodos mais complicados da sua história. E desde o início de 2020, as produções para as grandes telas vêm sofrendo com atrasos e cancelamentos frequentes. O longa 007: Sem Tempo Para Morrer deveria ser um dos maiores lançamentos do ano passado, marcando a despedida do ator Daniel Craig do papel de agente secreto mais conhecido do mundo. Porém, a produção acabou sendo adiada de 2020 para o início de 2021, e agora sofreu mais uma suspensão. Aparentemente, o filme só chegará às telonas em 8 de outubro.

Tudo indica que a produção terá que passar por refilmagens, já que o filme será lançado quase dois anos depois da sua data de estreia original — e muitos dos aparelhos tecnológicos utilizados por Bond estariam defasados. Por conta disso, a Universal Pictures/MGM, produtora do longa, vem sofrendo pressão dos patrocinadores para realizar novas gravações e edições no material que ainda não foi distribuído ao mercado.

Alguns dos itens eram os mais recentes no momento das gravações iniciais, mas quando o filme for finalmente lançado, vai parecer que Daniel Craig e os outros membros do elenco estão utilizando objetos “antigos”. Felizmente, não é mais necessário esperar os lançamentos dos cinemas para assistir a filmes aclamados, pois muitas plataformas de streaming já disponibilizam novos filmes que podem ser acessados do conforto do seu sofá. Já se você prefere se divertir ativamente com jogos, por exemplo, há inúmeras opções de plataformas que podem ser acessadas tanto pelo computador quanto pelo celular ou tablet, como os jogos de cassino online da Casinos.pt. Além de muita emoção e adrenalina, estas plataformas oferecem uma variedade de games, incluindo a banca francesa, blackjack, keno, e o famoso poker.

Todo o filme passará por revisão

As grandes companhias utilizam produções como 007: Sem Tempo Para Morrer para promover seus produtos. Dessa forma, todas as cenas do filme passarão por uma análise minuciosa, para verificar quais produtos devem ser editados e atualizados, já que todo mundo sabe que o agente da inteligência britânica sempre utiliza o que há de mais moderno. Mesmo com muitos contratos de patrocínio sendo mantidos em segredo do grande público, sabe-se que empresas como a Nokia forneceram diversos aparelhos que devem aparecer no filme, assim como os calçados da Adidas, relógios da Omega e os champanhes da Bollinger.

Uma das marcas registradas da franquia 007 são os seus vários acordos com empresas, que utilizam os filmes como plataforma de marketing para muitos artigos, sejam eles celulares, carros, peças de vestuário e até mesmo os gadgets utilizados por Bond. O patrocínio dessas marcas geralmente é utilizado para financiar a produção do filme, que geralmente ultrapassa a casa das centenas de milhões de dólares.

Custa caro

Fonte: Unsplash

 

Em um período já ruim para o cinema, os atrasos nos lançamentos acabam com o orçamento das produções — o próprio 007: Sem Tempo Para Morrer teve um gasto de US$ 200 milhões no seu desenvolvimento, porém o marketing para divulgar filmes desse calibre ultrapassa os US$ 100 milhões. As produtoras esperam recuperar esse dinheiro com a bilheteria e licenciamento de produtos. Mas com todos os adiamentos que o longa sofreu, será difícil recuperar esse montante tão cedo. Por conta do alto risco de não conseguir converter os investimentos iniciais em lucro, a Sony acabou adotando uma estratégia arrojada.

O presidente da Sony Pictures Entertainment, Tony Vinciquerra, revelou que a empresa não lançaria nenhuma produção até que os cinemas estivessem funcionando normalmente. “O que não faremos é cometer o erro de lançar um filme muito caro no mercado, a menos que tenhamos a certeza de que os cinemas estarão abertos e operando com capacidade significativa. Quando voltarmos ao normal, espero ter aprendido muito e descoberto novas e melhores maneiras de fazer as coisas”, disse Vinciquerra.

Um dos fracassos mais proeminentes recentemente foi o lançamento de Mulan. O filme foi adiado bem próximo à sua data de estreia, e com isso todo o custo do marketing foi praticamente jogado fora. Posteriormente, a produção foi lançada somente em alguns poucos países, arrecadando com a bilheteria cerca de US$ 70 milhões, o que não chegou nem perto do investimento na produção, que foi de US$ 200 milhões. E se adicionarmos o custo do marketing, a produtora de Mulan deve ter investido, no total, pelo menos US$ 300 milhões, amargando dessa forma um grande prejuízo.

Por conta disso, algumas produtoras, como a Warner Bros estão optando por lançar seus filmes junto a plataformas de streaming. Agora só resta aguardar para ver se os demais estúdios também irão adotar essa medida.

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