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Mais de 500 pessoas moram nas ruas da grande Belém’, diz UFPA

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Dados de uma pesquisa realizada pela Universidade Federal do Pará (UFPA) apontam que existem mais de 500 moradores de rua na região metropolitana de Belém. A situação preocupa a população da capital paraense. “Nós estamos realmente em uma linha vermelha. Precisamos urgente de políticas públicas que possam resolver a situação dos moradores de rua”, diz um homem que não quis se identificar. Segundo a prefeitura de Belém, o órgão tem equipes especializadas para realizar o trabalho de atendimento aos moradores de rua e, por meio de ações da Fundação Papa João XXIII (Funpapa), eles recebem atendimento social e educativo.

Em 2014, o levantamento da UFPA apontou que 583 pessoas moravam nas ruas de Belém e Ananindeua. A maior parte desta população tinha entre 18 e 29 anos e, mais de 80% das pessoas pesquisadas, queriam deixar as ruas.
Na praça da República, é comum encontrar pessoas dormindo em várias lugares. Já a praça Waldemar Henrique se transformou em um dormitório a céu aberto. “Não sabemos de onde eles vêm e como chegam aqui”, diz a terapeuta ocupacional Estela Albuquerque.
Segundo o Ministério Público do Pará, o problema é acompanhado pelo órgão. “Muitos moradores de rua são oriundos de outros municípios. Então existe a necessidade da implantação da rede de atendimento nas cidades vizinhas de Belém. Vamos trabalhar a partir do segundo semestre para que o Ministério Público dos outros municípios também acompanhem e fiscalizem para que cada cidade preste este serviço”, explica a promotora de justiça Maria da Penha de Mattos Buchacra.
A prefeitura informou ainda que os moradores de rua que aceitam assistência são encaminhados para unidades que oferecem tratamento específico.
Moradora de rua agredida
Na última quinta-feira (23), um cinegrafista amador registrou, pela câmera do celular, o momento em que três funcionários de uma loja de departamentos agrediram uma mulher seminua no centro de Belém.
A imagem mostra a vítima sendo empurrada pelos três funcionários. Ela se levanta e tenta entrar na loja, e é agredida novamente. Um senhor idoso que passa pela rua no momento da agressão chega a pedir que os homens não batam na mulher e chamem uma viatura da polícia que, segundo ele, estava estacionada próximo ao local.
Fonte: G1-Pará / Plantão 24Horas News.

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