ITAITUBA

No Dia do Repórter, profissionais itaitubenses relatam as vantagens e os desafios da profissão

Jornalista – ilustração. Foto: Deposit Photos.

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Hoje, 16 de fevereiro, é comemorado o Dia do Repórter, o profissional que diariamente atua em buscas das informações, a fim de manter as pessoas bem informadas acerca dos fatos; o que não é muito fácil. No entanto, alguns profissionais itaitubenses, que foram entrevistados pelo Plantão, afirmaram que o exercício da profissão é gratificante.

Alguns deles possuem formação. Assim, podem atuar nas mais diversas áreas possíveis, como: sites, televisão, rádio, jornalismo impresso etc. Além do mais, podem desenvolver a função de apresentador, redator de portais e blogs, editores de textos, bem como outras funções.

Em pronunciamento, os jornalistas Andréia Siqueira, David Mota, Jean Galego e Marinaldo Silva abordaram brevemente sobre a experiência, o significado da profissão, as vantagens, responsabilidades e desafios de trabalhar com a notícia. Veja os depoimentos na sequência abaixo:

  • Andréia Siqueira

Andréia atua na área do jornalismo desde o ano 2000. Ela deu início à sua carreira ainda muito jovem. Hoje, com 20 anos de trabalho, relembrou um pouco a experiência e aprendizados adquiridos durante todo esse período.

Andréia Siqueira em momento de entrevista. Foto: Arquivo pessoal. 

“O que é ser repórter parece ser uma pergunta Simples, mas quando começamos a pensar… Não é! No início, em meados do ano 2000 foi muito desafiador, comecei muito jovem escrevendo notícias de Itaituba para um jornal escrito de Santarém, e logo em seguida com matérias na tv Itaituba, Record. Eu tinha um grande respeito e admiração pela profissão, e como era muito jovem tinha dúvidas se conseguiria fazer um trabalho a altura”, disse.

Para mais, destacou o significado, respeito, admiração que tem pelo seu trabalho e os momentos marcantes e enriquecedores da profissão e pessoal.

“… Ao longo dos anos e hoje ser repórter é contar histórias, é através do entretenimento contar finais felizes e até contribuir para isso. Como foi o caso de uma matéria recente que cobri, o aniversário da mulher mais idosa de Itaituba, 113 anos. Ser repórter é ver a dor do outro, falar sobre ela, e tentar ajudar de alguma forma … É viver emoções e aventuras. Desafios e até desventuras. É uma honra e prazer. Fazer o que gosto e ainda ganhar por isso. Lá se vão 20 bons anos da minha vida e muitas histórias pra contar”, complementou.

Andréia ao vivo apresentando o Programa Fim de Semana, da TV Tapajoara (sbt). Foto: Arquivo próprio.

  • David Mota

Já David Mota, um jovem de 28 anos de idade, teve seu primeiro contato com a televisão no ano de 2007. Naquela época, ele, aos 14 anos, atuou como editor estagiário de vídeo na TV Cidade Dourada (afiliada à Rede TV!). Porém, em 2015, resolveu dar segmento a uma nova função no ramo televisivo: repórter e apresentador. David tem recebido premiação e reconhecimento por conta do seu talento.

David Mota em estúdio da Rede TV! Itaituba. Foto: Arquivo próprio.

“Minha primeira passagem de em Televisão foi em 2007 como estagiário em edição de vídeo na TV Cidade Doudada, afiliada a Rede TV, mas como repórter e apresentador é desde 2015… Em 2017, ganhei o troféu  imprensa como melhor editor de imagens jornalísticas. Se somar desde o meu primeiro contato na imprensa até hj dá uns 14 anos de experiência”, pontuou.

Hoje, atuando exclusivamente como repórter na TV Itaituba (Record), fala do significado e dos desafios da profissão; em especial, no período pandêmico. Além disso, afirma que a profissão requer muita responsabilidade ao repassar a informação para a população.

Em 2017, David conquistou o troféu imprensa por ser considerado o melhor editor de imagens jornalísticas daquele ano. Foto: Arquivo pessoal.

“O trabalho de um repórter ele é muito importante para com a sociedade, né?! Nós temos a missão de informar todos os fatos, doa a quem doer, temos um papel fundamental. Prova disso foi agora durante toda essa pandemia. Muitos jornalistas acabaram perdendo a sua vida no mundo, infelizmente. Inclusive eu particularmente perdi um grande amigo, um grande companheiro, um grande professor o nosso saudoso J Camargo. Esse é um dos nossos desafios, saber lidar com a perca, né?! E essa pandemia é prova disso que a gente mesmo perdendo muitos amigos, alguns colegas, familiares e mesmo assim o repórter junto com o cinegrafista, junto com a edição e com o apresentador, não podemos parar, temos que informar a população dos riscos durante a pandemia que estamos vivendo nesse século. E deixo aqui os meus parabéns e minha oração pedindo proteção divina a todos os repórteres nesse dia 16 de fevereiro”, destacou.

  • Jean Galego

Para Jean galego, que também é apresentador, o repórter é aquele profissional de inquietação e que sempre está atento observando o que rola no mundo. Além do mais, afirma que um dos maiores desafios é cobrir fatos tristes, os quais, às vezes, envolvem crianças. Por fim, pontua que ser repórter é algo vantajoso quando se tira bons proveitos.

“O repórter deve ser essa pessoa inquieta, uma boa observadora de mundo… Os desafios são cobrir matérias tristes que muita das vezes envolvem crianças… As vantagens são as portas que se abrem quando se sabe tirar bom proveito da profissão”, disse.

À esquerda, cinegrafista; à direita, Jean Galego. Foto: Arquivo próprio.

  • Marinaldo Silva   

Marinaldo Silva deu seus primeiros passos como jornalista em novembro de 2000. Atualmente, contabiliza 20 anos de muita experiência, aprendizado, dedicação e responsabilidade. Por conta disso, já obteve reconhecimentos e premiações pelos serviços prestados à imprensa itaitubense.

Marinaldo Silva foi premiado como melhor repórter no ano de 2017. Foto: Arquivo pessoal. 

Com um olhar acerca do que é ser repórter, Marinaldo enfatiza a importância da imprensa para a sociedade; pois, através dela, o cidadão pode apresentar suas reivindicações aos setores competentes e, desse modo, ter a solução para muitos problemas enfrentados.

“O repórter é ter umas das profissões mais importantes entre muitas outras, é ter uma profissão em que passa confiança para as pessoas, é um profissional que leva ao telespectador a notícia verdadeira que ouve as reivindicações da comunidade e buscar uma solução junto aos setores competentes”, afirmou.

Ademais, destaca que a “profissão repórter” pode abrir portas quando o profissional sabe fazer bom proveito dela. Porém, como “nem tudo são flores”, o repórter, em seu dia-a-dia”, está sujeito a diversas batalhas.

“… São muitas as vantagens de ser Repórter pois é uma profissão que abre as portas para você entrar onde muita gente não consegue, por isso somos porta voz do povo… Os desafios também são muitos, pois assim como em toda profissão nem tudo são flores, existem dificuldades também, perseguições, ameaças, desvalorização por parte de alguns e até mortes para calar a boca desse profissional. Mas pra quem ama o que faz, nada vai lhe impedir de seguir em frente com a sua missão de fazer a notícia com ética e responsabilidade”, finalizou.

Fonte: Plantão 24horas News.

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