ITAITUBA

Papiloscopistas do Polícia Civil contribuem para a elucidação de crimes no Pará

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Confrontar impressões digitais e, dessa forma, revelar e identificar pessoas, essa é a importante missão desenvolvida pelos papiloscopistas da Polícia Civil do Pará. Estes profissionais atuam na Diretoria de Identificação “Enéas Martins” (Didem), onde são responsáveis pelos cadastros de Registros Civis (RG), a conhecida Carteira de Identidade, e auxiliam nos trabalhos investigativos.

Ao todo, 147 papiloscopistas da Didem se revezam no trabalho de identificação, tudo feito por meio do uso do método técnico-científico da papiloscopia que consiste na identificação por meio da análise de impressões papilares, nos desenhos encontrados nas papilas dérmicas palmares e plantares.

“Nós temos uma grande satisfação profissional em participar do processo de identificação, seja ele, de forma civil, criminal ou necropapiloscópica. Diante disso, nos sentimos gratificados em dar cidadania a uma pessoa, desde criança no início da vida até a fase em que possa se encontrar já sem a vida em um IML”, contou Jorge Almeida, diretor de Identificação da Polícia Civil do Pará.

Além da identificação civil, os papilocopistas da Didem são responsáveis pela identificação Criminal Necropapiloscópica (cadavérica), que faz o levantamento de vestígios produzidos pelas papilas dérmicas e informações técnicas e Laudo Proposopográfico (comparação facial e antropométrica).

Segundo Jully Bahia Castro, a Papilocopista de Polícia Civil, a parceira firmada em 2019, entre CPC e Diretoria de Identificação da PCPA, possibilitou a identificação de corpo que até então estava sem identificação. “Com a parceira firmada, conseguimos da identidade cadáveres e ajudar na apuração de crimes. Aproximadamente 70 cadáveres são identificados por mês por nossa equipe”, disse a Papiloscopista.

A perita papiloscopista também pontuou dois casos emblemáticos recentes, sendo um de grande repercussão que teve atuação efetiva na Didem na identificação dos corpos. “No dia 07 de agosto deste ano, um corpo não identificado deu entrada no IML e nossa equipe foi solicitada para avaliar o corpo e dar identidade a ele”, contou.

Internamente, o ocorrido ficou conhecido por “O caso Aylon”, e foi solucionado dez dias após a entrada do corpo. Segundo a perita, uma família afirmava que o corpo pertencia a nacional de nome Aylon, mas no intervalo de dias e incompatibilidade na identificação, outra família apareceu em busca de um corpo e associou o corpo ao nacional de nome Francisco. “Fizemos os procedimentos cabíveis para identificar o corpo e foi possível concluir que se tratava de do nacional Francisco”, pontuou.

Outro recente caso e de grande repercussão, foi o do corpo encontrado enterrado em uma cova rasa no início da tarde do dia 14 de dezembro, na zona rural de Moju, no nordeste paraense. Tratava-se da professora Maria Eunice Nunes de Medeiros, 42 anos, que desapareceu no dia 11 de dezembro.

Uma equipe do IML de Abaetetuba e uma perita de Belém realizaram a remoção do corpo para a capital paraense.

Já em Belém, a equipe da Diretoria de Identificação “Enéas Martins” (Didem) procedeu com os métodos técnicos e conseguiu dar a devida identificação ao corpo. “Após a atuação de nossa equipe de Papiloscopia, foi possível identificar o corpo da professora desaparecido e contribuir com as investigações”, concluiu a perita.

Fonte: Governo PA

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