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Receita explica como corrigir CPF para obter o auxílio emergencial

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Conforme já anunciado, o governo federal liberou o auxílio emergencial de R$ 600, como medida de redução dos impactos econômicos causados pela pandemia da Covid-19. Um dos requisitos para o recebimento do benefício, estipulado pela legislação que disciplinou a matéria, é a regularidade cadastral no CPF ao fazer a solicitação por meio de aplicativo.

No entanto, o aplicativo Caixa – Auxílio Emergencial, para o recebimento do benefício, apresentou um volume excessivo de acessos, que pode ter impedido o cadastramento de muitos beneficiários.
Com isso, vários leitores estão relatando problemas para conseguir fazer seu cadastro no Auxílio Emergencial por constar problemas no CPF.

A coluna enviou as dúvidas dos leitores à Receita Federal que, por meio de sua assessoria de comunicação, informou o que fazer:

Qual é o principal motivo que está levando os CPFs a constarem como “irregular” no aplicativo do Auxílio Emergencial?

Receita Federal (RF): Há vários motivos, mas um dos principais são as pendências de natureza eleitoral e de inconsistências nos dados cadastrais (falta de campos como naturalidade, nome errado da mãe, entre outros).

Seria a falta de entrega do Imposto de Renda um dos motivos, o que resultaria no status “pendente de regularização”?

RF: A falta de entrega da Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física (DIRPF) não é um dos principais motivos. Inclusive, somente são considerados pendentes por falta de entrega das DIRPF aqueles contribuintes que possuem rendimentos acima da faixa de isenção (hoje R$ 28,5 mil) que não são elegíveis para o recebimento do auxílio emergencial.
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E se o problema for algum erro de cadastro, o que fazer?

RF:  Caso o cidadão confirme que tenha a necessidade de regularização de dados do CPF, esse poderá ser realizado de forma online e gratuita pelo site da Receita Federal na Internet pelas seguintes opções:
– preferencialmente pelo formulário eletrônico Alteração de Dados Cadastrais no CPF; – ou pelo chat RFB.

Para os casos em que não for possível regularizar pelo site, o atendimento poderá ser efetuado via e-mail corporativo da RFB ou presencialmente em uma das unidades da Receita Federal.  Os e-mails corportativos para encaminhamento do pedido de regularização são:

1ª Região Fiscal (DF, GO, MT, MS e TO):    [email protected]
2ª Região Fiscal (ACM AM, AP, PA, RO e RR):    [email protected]
3ª Região Fiscal (CE, MA e PI):    [email protected]
4ª Região Fiscal (AL, PB, PE e RN):    [email protected]
5ª Região Fiscal (BA e SE):    [email protected]
6ª Região Fiscal (MG):    [email protected]
7ª Região Fiscal (ES e RJ):   [email protected]
8ª Região Fiscal (SP):    [email protected]
9ª Região Fiscal (PR e SC):    [email protected]
10ª Região Fiscal (RS):    [email protected]
Tendo em vista a pandemia da Covid-19, a Receita informa que o atendimento presencial nas unidades está sendo realizado de forma excepcional.

Nesse caso, em quanto tempo os CPFs ficarão regulares?

RF: Em média o serviço está sendo executado em até 48 horas. Após essa regularização na Receita, em média a Caixa Econômica Federal está internalizando a informação em 2 a 3 dias.

Como a pessoa sabe que seu CPF ficou regular para poder inscrevê-lo no aplicativo do auxílio?

RF: Consta na página da Receita Federal consulta da situação do CPF. Além disso, o cidadão pode tentar novamente pelo aplicativo Caixa – Auxílio Emergencial.

Se o CPF constar como “regular” pela Receita mas constar como “irregular” no aplicativo, o que o cidadão pode fazer?

RF: Primeiramente é melhor aguardar, pois demora cerca de 2 a 3 dias para a CEF internalizar o dado. Se o CPF estiver regular não há motivos para o aplicativo não continuar. Uma sugestão é o cidadão verificar se os dados, principalmente o nome completo do titular e da mãe estavam corretos.

R7.com

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