ITAITUBA

Vendedores de peixe relatam diminuição na venda de pescado após casos da “urina preta”

Mercadão Municipal de Itaituba. Foto: Foto: Samuel Cajado

COMPARTILHE

Share on facebook
Share on twitter
Share on whatsapp
Share on linkedin

Os vendedores de peixe que trabalham no Mercadão Beira-Rio na Orla da cidade de Itaituba, principal ponto de venda de peixe na cidade, estão vendo seus negócios serem estreitamente prejudicados após o aparecimento de casos da doença de Haff, ou doença da “urina preta”, que pode ser encontrada em determinadas espécie de peixe e que já foi constatado em várias cidades vizinhas.

Apesar de Itaituba ainda ter tido nenhum caso da referida doença, a população mostra-se receosa para consumir o pescado municipal, e isso é refletido na latente diminuição do comércio de peixe no mercadão de peixe da cidade.

“A movimentação de cliente caiu e estamos há três dias sem vender nada, não está dando ninguém aqui dentro do mercado.” É o que afirma um dos vendedores do mercadão que ainda garante que os peixes que são comercializados ali, são todos do Rio Tapajós, onde não houve nenhum incidente da doença.

A comerciante Daiane, que também trabalha no mercado municipal, afirmou que nas últimas semanas não está tendo saída do peixe porque a população não está indo comprar, a mesma também teme não ter como honrar seus compromissos com os fornecedores.

Por conta dos casos suspeitos nas cidades vizinhas,  a Divisão de Vigilância e Saúde de Itaituba têm intensificado fiscalizações nos locais onde o produto pode ser comercializado. Delano Mourão, do Setor de Zoonose, afirmou que as ações que vêm sendo realizadas buscam verificar a origem  e as condições de conservação dos peixes e também foi verificado nessas fiscalizações que o consumo do pescado realmente têm caído.

Jorge Carvalho,  diretor de fomento animal da Secretaria de Agricultura do Município, enfatizou que a SEMAGRA está trabalhando junto com a Vigilância Sanitária nas fiscalizações do peixe comercializado na cidade. Ele explicou também que os casos que estão sendo investigados  não colocam o pescado que é retirado do rio como contaminado, mas sim que essa contaminação ocorre pelas condições que o produto é armazenado.

Fonte: Plantão 24 Horas News

COMPARTILHE

Share on facebook
Share on twitter
Share on whatsapp
Share on linkedin

RELACIONADAS