ITAITUBA

Vírus da raiva circula em Aveiro e órgão teme transmissão para os seres humanos

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A informação foi confirmada pela Agência de Defesa Agropecuária do Pará – ADEPARÁ, por meio do gerente do órgão em Itaituba, Adones Facione, nesta quarta-feira (21).

De acordo com informações do gerente, a Adepará foi notificada inicialmente por uma equipe local especializada, de que havia suspeita de que alguma doença nervosa estaria circulando em rebanhos de algumas propriedades no município de Aveiro.

Diante disso, o órgão se mobilizou e encaminhou uma equipe para averiguação e foi constatado a presença do vírus da raiva no local. Com isso, os profissionais coletaram material correlato e fizeram identificação de possíveis abrigos de transmissores, que são os morcegos.

Raiva é transmitida por morcegos e pode ser evitada com vacinação. Foto: reprodução

“Nós estamos com esse problema na região e estamos buscando uma solução para isso. Até não se constatar que o vírus paralisou, a gente vai manter uma equipe no local trabalhando e orientando os produtores para vacinar os animais”, frisou Adonias.

Conforme ainda complementou Adonias, todas as propriedades englobadas em uma raio de 12 km distante de onde os dois casos foram confirmados, irão receber equipes que ficarão responsáveis por orientar sobre as práticas a serem feitas para bloquear a disseminação do vírus nos animais.

Perigo e alerta

A grande preocupação do órgão, e por isso a mobilização rápida que vem sendo desenvolvido, é justamente atuar de forma incisiva no combate ao vírus tendo em vista que, além de ser fatal uma vez hospedados nos animais, o vírus também pode ser transmitido para os seres humanos.

“É uma doença altamente perigosa para o ser humano e por isso que a Adepará, assim que notificada, ela foi abrigada a fazer um trabalho de contenção, evitar que transmita para outros animais e seres humanos”, complementou Adonias.

 

Sintomas do vírus

De acordo com a Dra. Dilma Carmem, um dos sinais mais recorrentes da doença que o animal pode vir a apresentar, é o isolamento dos demais animais, o que faz com que ele deixe de beber água e de se alimentar e, consequentemente, devido a incoordenação motora gerada, ele não consegue acompanhar o rebanho.

Além disso, a doutora explica que o animal também pode vir a apresentar quadros de fúria, raiva nervosa.

“Ele não conseguindo beber água, o produtor tenta ajudar o animal e é aí que pode haver o contato por conta da saliva, via de transmissão da doença”, pontuou ela destacando que o tratamento paliativo mais eficaz ainda é vacinar os animais.

Orientação

Ainda assim, Adonias destacou que, caso algum agricultor detecte a suspeita de alguma doença que esteja causando algum sintoma nos animais e que possa trazer algum prejuízo financeiro/econômico, que o mesmo imediatamente comunique a Adepará para os devidos procedimentos.


Fonte: Plantão 24horas News 

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