Familiares de Irene da Silva, conhecida pelos apelidos de “Paraguaia” e “Loira”, estão em busca de informações que possam ajudar a esclarecer seu paradeiro. Ela saiu da cidade de Assis, no interior de São Paulo, em 2003, para trabalhar na região garimpeira de Itaituba, no sudoeste do Pará, e desde então não manteve mais contato regular com a família.
Atualmente com 66 anos, Irene deixou três filhas: uma residente em Assis (SP), outra em Peixoto de Azevedo (MT) e uma terceira em Sorriso (MT). Segundo familiares, após sua ida para o Pará, ela retornou algumas vezes a Sorriso e chegou a manter contato com as filhas, informando que trabalhava em áreas de garimpo e circulava por localidades como Castelo dos Sonhos, distrito de Altamira, além de Itaituba e Novo Progresso.
Ao longo dos anos, surgiram informações desencontradas sobre o paradeiro de Irene. Algumas pessoas afirmaram tê-la visto em áreas de garimpo na região de Itaituba, enquanto outras relataram que ela teria falecido.
A família conta que, em determinado momento, uma mulher identificada apenas como Rose entrou em contato por telefone informando que Irene havia morrido. Segundo o relato, a mulher solicitou dinheiro para enviar documentos que comprovariam o óbito. Desconfiados da situação, os familiares não realizaram qualquer depósito e nunca mais receberam contato da suposta informante.
Apesar das incertezas, a família afirma possuir registros de conversas antigas e informa que o documento de identidade de Irene apresentava movimentação cadastral até o ano de 2024, o que mantém a esperança de encontrá-la.
Quem tiver qualquer informação sobre o paradeiro de Irene da Silva pode entrar em contato pelo WhatsApp: (18) 99791-8956.
A família pede o compartilhamento da informação para ajudar nas buscas e esclarecer o que aconteceu com Irene após sua chegada à região garimpeira do sudoeste paraense.
