Por volta das 20h deste domingo (17), uma guarnição da Polícia Militar foi acionada via CAD para atender uma ocorrência na Rua Fortunato Carneiro, no bairro Piracanã, em Itaituba, no sudoeste do Pará.
Segundo informações repassadas à PM, o solicitante informou que seu cão havia sido morto com três facadas por um homem identificado como Fernando Loch Pereira.
Ao chegarem ao local, os policiais encontraram uma mulher, que confirmou o ocorrido e relatou que o suspeito havia fugido após o crime. Ainda conforme as informações, Fernando foi localizado em uma clínica veterinária situada na 3ª Rua do bairro Bela Vista, entre as ruas Justo Chermont e 15 de Agosto.
Diante da situação, os militares conduziram as partes envolvidas para a 19ª Seccional Urbana de Polícia Civil, onde o caso foi apresentado para os procedimentos cabíveis.
Família apresenta versão sobre caso de cachorro morto após ataque em Itaituba
A família envolvida no caso do cachorro que morreu após ser atingido por golpes de canivete, em Itaituba, no sudoeste do Pará, apresentou sua versão sobre o ocorrido e contestou informações que vêm sendo divulgadas sobre o episódio.
Segundo relato da tutora do cão atacado, o companheiro dela passeava com o animal, que estava de coleira e guia, quando um cachorro de grande porte, que estaria amarrado na calçada de uma residência, conseguiu se soltar e avançou violentamente contra o cachorro do casal.
Ainda conforme o relato, o homem tentou separar os animais utilizando as próprias mãos e chegou a pedir ajuda, mas não conseguiu conter o ataque. Em desespero, ele teria utilizado um canivete que carregava em um chaveiro de ferramentas usado para manutenção da motocicleta, com o objetivo de interromper a agressão.
Após a situação, o casal levou o cachorro ferido para casa para realizar os primeiros cuidados. A tutora afirma que os responsáveis pelo outro animal não apareceram no local durante o atendimento ao cão.
Ela relata ainda que, enquanto seguiam para uma clínica veterinária acompanhados de um cunhado, foram perseguidos por pessoas ligadas ao dono do cachorro ferido, que teriam fechado o veículo na rua informando que o animal estava morrendo. Segundo a versão apresentada, eles chegaram a convidar os envolvidos para acompanhá-los até o veterinário, mas foram informados de que o cachorro já havia morrido.
A Polícia Militar foi acionada e todos os envolvidos prestaram depoimento na delegacia.
De acordo com a família, após ouvir os relatos, o delegado de plantão teria entendido que o homem agiu em “estado de necessidade”, situação prevista como excludente de ilicitude.
A tutora também afirmou que esta não teria sido a primeira vez que o cachorro se soltou. Segundo ela, a mãe já teria se acidentado anteriormente ao tentar fugir do animal junto com o cachorro da família.
A família disse estar abalada com a repercussão do caso e alegou que informações falsas estariam sendo divulgadas, incluindo a versão de que o homem teria invadido uma residência para matar o cachorro, fato negado por eles.
Fonte: Plantão 24horas News