A guarnição da polícia militar do município de trairão, sudoeste do Pará, foi acionada na tarde desta quinta-feira (05), pelo conselho tutelar para verificar uma suspeita de estupro de vulnerável e ameaça.
Conforme a denunciante (mãe da vítima), teria descoberto que sua filha das iniciais E.F.B.C de 14 anos estava sendo abusada sexualmente pelo seu companheiro Raimundo Gonçalves Pereira.
Ainda conforme a mãe, sua filha o teria confessado que Raimundo, pegava em seus seios e que matinha relações sexuais com ela desde o ano de 2021. A mãe, foi questionar o suspeito, porém ao ter conhecimento das acusações, Raimundo entrou em surto, e começou a quebrar os moveis de dentro de casa e chamou a menor de “rapariga”, que “não valia nada”, além de ameaçar em bater na menor, e logo foi para rua.
Mãe e filha, foram encaminhadas para delegacia de polícia civil, em seguida as funcionarias do CRAAS, informaram a guarnição que o suspeito estava no local em busca da mãe e filha, querendo entrar no prédio a força e continuou ameaçando todos que estavam no prédio.
A guarnição foi até a sede do órgão, onde foi avistado o suspeito visivelmente alterado. Em um ato contínuo, foi dado voz de prisão ao mesmo e, encaminhado para delegacia de polícia civil para os procedimentos cabíveis.
A pequena Rhana Queiroz, de 6 anos, foi diagnosticada com epilepsia. Ela se tornou a primeira paciente submetida à cirurgia de implante de Estimulador de Nervo Vago -(ENV), na região oeste do Pará, feita pela equipe de neurocirurgia do Hospital Regional do Tapajós – (HRT), em Itaituba, sudoeste do Pará.
A cirurgia durou cerca de 2h e teve por objetivo implantar na paciente, um dispositivo que permite enviar estímulos para o cérebro, bloqueando a ação irritativa nas crises convulsivas. O procedimento, que custa mais de R$ 200 mil, foi custeado, 100% pelo Sistema Único de Saúde, através do Governo do Pará.
Procedimento
“O equipamento foi trazido exclusivamente para a paciente. O estimulador é como se fosse um cateter que é colocado próximo ao nervo vago, onde é feito um acesso cervical e o implante de um gerador onde são enviados estímulos para o cérebro. É uma cirurgia de alta complexidade, porém não é intracraniana, ou seja, não é uma cirurgia cerebral invasiva”, explicou a diretora técnica do Regional do Tapajós, Ingrid Soani.
De 75% dos pacientes submetidos à cirurgia conseguem o controle total das crises. De acordo com o médico neurocirurgião, João Fabricio Palheta, a pequena Rhana tinha mais de 30 crises convulsivas por dia e após o procedimento a criança terá uma vida normal.
“A paciente fazia uso anticonvulsivantes em doses máximas, então essa cirurgia vai mudar a vida da criança e da família, que não consegue ter uma vida social. Ao longo de um ano, com o uso desse aparelho, ela terá a redução de 75% das crises. A grande satisfação é estar realizando esse procedimento em Itaituba, aqui no Hospital Regional do Tapajós, em uma paciente que mora no interior da Amazônia, na cidade de Rurópolis e conseguir esse feito é um marco histórico para todos nós”, disse.
Referência – Para o secretário de Estado de Saúde Pública do Pará, Romulo Rodovalho, o HRT é uma unidade que se diferencia pelos múltiplos serviços ofertados aos paraenses. “Na Rede Estadual, a unidade vem se destacando no oeste do paraense pelo pioneirismo de técnicas e procedimentos na região. Mas, não é apenas sua alta complexidade que faz da unidade uma referência. E sim com diversos serviços humanizados e ações de humanização”, observou o titular da pasta.
Para Matheus Coutinho, diretor geral da unidade, a cirurgia representa um grande avanço em Itaituba e em toda Região do Tapajós. “Estamos muito orgulhosos de poder oferecer mais esse diferencial aos nossos pacientes, já que buscamos novas formas de aprimorar nossos serviços. O implante do Estimulador de Nervo Vago foi um sucesso e nos empenhamos para que todo o aparato técnico estivesse disponível no dia da cirurgia, garantindo assim qualidade no procedimento”.
Perfil – Administrado pelo Instituto Social Mais Saúde (ISMS), em parceria com a Sespa, o Hospital Regional do Tapajós conta com 153 leitos de internações, sendo 81 clínicos cirúrgicos, 19 clínicos médicos, 20 UTI adulto, 10 UTI pediátrica, 10 UTI neonatal, 8 ginecológicos e obstétricos e 5 leitos UCI Canguru.
Com uma proposta de experiência envolvente combinando elementos místicos amazônicos e a interconexão positiva e negativa entre humanos e a natureza, Santarém, no oeste paraense, receberá pela primeira vez uma exposição artística cuja obra é inspirada na ancestralidade, encantados da Amazônia e nas entidades caboclas: Mariana, Jarina e Herondina. A obra é do artista plástico Anderson Pereira, belenense e morador santareno, que levará ao público a instalação “Altar Urbana: Da Floresta à Cidade, onde as encantadas se encontram”. A exposição será do dia 13 ao dia 21 de outubro, no Centro Cultural João Fona.
O artista quer promover experimentações compartilhadas que possam estimular a articulação de ideias, debates, reflexões e outras formas sociais de interação através da arte. A instalação dará visibilidade a uma representação artística dos encantados em harmonia com a fauna e flora amazônicas, além da vida na cidade, destacando a fragilidade desses ecossistemas diante das mudanças climáticas.
Anderson explica que a instalação refere-se a uma forma de expressão artística em que o artista utiliza um espaço tridimensional para criar uma experiência envolvente para o espectador. Em vez de se limitar a um quadro ou escultura independente, a instalação envolve a disposição de vários elementos no ambiente em que ela está situada.
“A exposição quer envolver as pessoas em atividades criativas e interativas, que levam a vários pensamentos. Essa abordagem não apenas desperta a consciência, mas também fomenta uma compreensão mais profunda das complexas vivências entre a natureza, as crenças espirituais e os desafios ambientais. Queremos provocar no público uma rede de sensações “etnopoética”, em torno da noção dos cuidados vivenciados pelos povos de matriz africana e indígena na Amazônia”, enfatizou o Artística Plástico.
Num contexto imersivo, a obra integra por meio dos objetos em forma de altar com a dimensão espiritual; a instalação pode tocar as fibras mais profundas da relação entre as comunidades locais e o seu ambiente, contribuindo para um senso de responsabilidade, tolerância e de respeito às diversas formas de existir e reverenciar.
Ele explica que fará uma releitura dos usos dos espaços urbanos em contexto amazônico. Anderson afirma que para o processo de criação foi levado em consideração as pessoas e o mau uso desses espaços e as danosas consequências para a sociedade. Na cena, terá um dos quadros pintados pelo artista, que desponta como revelação Paraense no seguimento de artes visuais, e ainda vários elementos representativos do cotidiano das pessoas.
“A utilização de cores vibrantes e simbologia específica vai enriquecer ainda mais a narrativa da obra, proporcionando uma imersão na diversidade e profundidade dessas tradições. Quem for ver a instalação vai poder observar as representações artísticas dos encantados em harmonia com a fauna e flora amazônicas, destacando a fragilidade desses ecossistemas diante das mudanças climáticas”, disse.
Encantados – Os encantados da Amazônia são seres míticos e espirituais, frequentemente presentes nas tradições folclóricas e culturais das comunidades amazônicas. Essas entidades são consideradas guardiãs da floresta e seus habitantes, representando uma conexão profunda entre a natureza e as crenças locais.
Foto: reprodução
Os encantados podem assumir diversas formas, muitas vezes associadas a animais da região, como botos, cobras, curupiras ou outros seres da floresta. A ligação entre as crenças dos encantados da Amazônia e as concepções afro religiosas, como o Candomblé ou a Umbanda, é muitas vezes uma expressão da riqueza da diversidade cultural e espiritual no Brasil, especialmente nas regiões amazônicas.
Conforme a produtora executivo, Mayco Chaves, que ajudou na pesquisa para o projeto. “Eles são vistos como seres benevolentes, mas também demandam respeito e reverência. As lendas dos encantados são passadas de geração em geração, contribuindo para a rica tapeçaria cultural da Amazônia”, afirma.
Anderson destaca que o tema escolhido fala das espiritualidades na região, nos quais elementos das tradições indígenas da Amazônia e das práticas afro-brasileiras se entrelaçam. “Por exemplo, algumas entidades cultuadas nas religiões afro-brasileiras podem ser associadas ou adaptadas para incorporar características dos encantados da Amazônia. Essas relações são formas que enriquecem as identidades culturais amazônicas”, disse.
Foto: reprodução
MiniBio: Artista Plástico e Antropólogo. Mestre e Doutorando em Antropologia Social pelo Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Graduação em Antropologia pela Universidade Federal do Oeste do Pará. Bacharel em Administração com ênfase em Marketing pelo Centro Universitário do Estado do Pará.
Foi condenado a 16 anos de prisão por homicídio qualificado Rayendel Adriano, que era lutador de MMA. Ele foi acusado de matar com chutes e soco em saída de casa de festas, Rodrigo Pacheco, de 31 anos. O crime aconteceu no dia 20 de março no bairro Aeroporto Velho.
O julgamento foi presidido pelo juiz Gabriel Veloso de Araújo, titular da 3ª Vara Criminal. Na acusação, atou a promotora de Justiça Mariana Dantas e na defesa do acusado, o advogado Igor Célio de Melo Dolzanis. Durante a sessão, foram ouvidas 8 testemunhas.
O crime
A vítima Rodrigo Pacheco de Arruda estava na casa de festas com a namorada e amigos. Minutos após a saída do local, a vítima foi brutalmente espancada e morreu pouco tempo depois ao dar entrada no Hospital Municipal Dr. Alberto Tolentino Sotelo, para onde foi levado em transporte particular.
Dois dias após o crime, no dia 22 de março, Rayendel Adrianao, se apresentou na delegacia acompanhado pelo o advogado Igor Dolzanis. Na época, o advogado alegou que o cliente dele estava arrependido e que teria agido com violência após o carro de um amigo da vítima ter passado por cima do pé dele.
No dia do depoimento à delegada Raíssa Beleboni, titular da Especializada de Homicídios, Rayendel confessou que agiu sozinho.
Na noite desta quarta-feira (04), a guarnição da Polícia Militar em rondas na Avenida Palhão com a São José operário em Santarém, no oeste do Pará, avistou um homem em atitude suspeita.
Durante abordagem ao Edivan Seixas da Costa, foi feito uma busca pessoal e verificação no sistema do Infoseg, e constatado que havia um mandado de prisão em aberto em seu desfavor.
Contra ele havia o mandado pendente por estupro de vulnerável.
Diante dos fatos, Edivan, foi preso e apresentado na delegacia de polícia civil para os devidos procedimentos legais e permanece a disposição da justiça.
O Ministério Público Federal (MPF) anunciou novas providências em procedimento que apura a contaminação de mercúrio do povo indígena Munduruku, que vive ao longo do rio Tapajós, no Pará.
Estudos realizados constataram altos índices de mercúrio no sangue dos indígenas, acima do limite recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), e apontam a mineração e o garimpo ilegal como potenciais catalisadores da contaminação na região. O metal possui alta toxicidade.
A fim de discutir os novos encaminhamentos, a procuradora da República Thaís Medeiros da Costa se reuniu, na última terça-feira (26), com representantes do povo Munduruku, do Movimento Tapajós Vivo e da Organização das Associações e Moradores da Resex Tapajós – Arapiuns – Tapajoara. Participaram ainda os procuradores da República Fabiana Keylla Schneider e Marcus Vinicius Aguiar Macedo. A participação deles reforça o pedido para atuação colaborativa da Câmara de Meio Ambiente e Patrimônio Cultural (4CCR) e da Câmara de e de Populações Indígenas e Comunidades Tradicionais (6CCR) do MPF na elaboração e implementação de medidas efetivas ao caso, considerando a complexidade e extensão dos danos às populações e ao meio ambiente.
Dentre as novas medidas, o MPF pede que ao Ministério da Saúde informe expressamente se acatou, ou não, a Recomendação nº 01/2023, encaminhada em abril, em que pede a declaração de Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional, além de outras providências. Cinco meses depois, os pedidos ainda não foram atendidos formalmente. O órgão sugere ainda ao Ministério da Saúde que, levando em consideração a condução e as providências adotadas no caso de contaminação mercurial dos indígenas Yanomami – também ocasionada por atividades garimpeiras –, realize monitoramento atualizado da qualidade da água no território dos Mundurukus, com encaminhamento das providências e resultados.
Substituição do mercúrio no garimpo
Ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e à Agência Nacional de Mineração (ANM), o MPF questiona se há plano de descontinuidade do uso de mercúrio na mineração artesanal de ouro para substituir o uso do metal na atividade, conforme recomendações da Convenção de Minamata, da qual o Brasil é signatário. O pedido se baseia na relação entre a contaminação e o despejo de mercúrio em afluentes do rio Tapajós por garimpos ilegais. Especificamente ao Ibama, o órgão solicita ainda informações atualizadas sobre a realização de fiscalizações ambientais para coibir a entrada ilegal de mercúrio na microrregião de Itaituba (PA) e de monitoramento para apurar a contaminação causada pela atividade garimpeira.
O MPF pede ainda à Polícia Federal e à Polícia Rodoviária Federal em Santarém (PA) que informem se há registros de entrada ilegal de mercúrio na microrregião de Itaituba (PA), se foram realizadas ou há previsão para a realização de operações para combater a entrada irregular do metal nessa região, bem como se há procedimentos em andamento que deem conta de áreas estratégicas do comércio ilegal. Outro pedido de informação foi encaminhado à Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) sobre ação prevista para o monitoramento da contaminação mercurial ocasionada pelo desenvolvimento de atividade garimpeira, especialmente na bacia do rio e no território indígena.
Atendimento em saúde
O órgão requer também que a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), a Secretaria de Estado da Saúde do Pará (Sespa), a Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa), o Hospital Regional do Baixo Amazonas (HRBA), a Secretaria de Saúde Indígena (Sesai) e o Distrito Sanitário Especial indígena (Dsei) Guamá – Tocantins e Dsei Rio Tapajós se manifestem sobre a possibilidade de retomada das negociações para criar um Centro de Referência para as patologias decorrentes do mercúrio, informando qual seria o fluxo de atendimento e monitoramento dos indígenas e quais as necessidades para implementação do projeto. Especificamente ao Dsei Rio Tapajós, o MPF questiona a periodicidade do controle de qualidade da água das aldeias sob sua supervisão e quais os encaminhamentos realizados após análises técnicas.
Em continuidade ao acompanhamento do caso, o MPF deve realizar reunião com pesquisadores que participaram dos estudos coordenados pela Fiocruz e pela Ufopa, e outra reunião com representantes do Ibama, ANM, ANA, Ministério da Saúde, Ministério dos Povos Indígenas e Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai).
Nesta quinta-feira (5/10), a Polícia Federal cumpriu 9 mandados de prisão preventiva e 10 mandados de busca e apreensão, na operação Stang. Ação, no município de Anapu, sudoeste do Pará, é contra um grupo organizado de madeireiros que desmata a região e seus “olheiros”, usados para avisar sobre a chegada de fiscalização.
Foram apreendidas armas, veículos, aparelhos celulares e documentos. A operação foi autorizada pela Justiça a apreender bens de até R$ 1 milhão de cada um dos 12 investigados. Três deles são suspeitos de desmatar sem autorização; os outros fazem parte de um esquema organizado para alertar sobre a chegada de operações ambientais.
De acordo com a investigação, eram cobrados R$ 200 por membro para se passar informações sobre movimentação de órgãos de fiscalização e policiais. O lucro mensal podia ultrapassar R$ 40 mil. Avisados, os madeireiros escondiam toras de madeira e maquinários em dias de operações.
Foto: PFPA
A exploração de madeira é altamente lucrativa na região. Cinquenta árvores de ipê, cerradas, poderiam render cerca de R$ 1 milhão na exportação. Madeira de castanheiras – cujo corte é proibido, por estarem ameaçadas de extinção – e angelim-pedra também eram alvos dos criminosos.
São investigados crimes de organização criminosa, desmatamento, receptação, dificultar fiscalização ambiental, ocultação de patrimônio e estelionato.
A região de Anapu se tornou mundialmente conhecida pelo assassinato de Dorothy Mae Stang, em 2005, por madeireiros da região, daí o nome da operação.
A irmã Dorothy, como era conhecida, foi morta com seis tiros aos 73 anos de idade, após receber ameaças por conta de sua atuação em conflitos agrários.
Um homem foi preso pela Polícia Militar (PM) suspeito de uma tentativa de assalto ao dono de um mercantil no bairro Área Verde, em Santarém, oeste do Pará, nas proximidades do campo do Verdão. A ação criminosa foi registrada na tarde desta quarta-feira (4). O assaltante foi contido por populares até a chegada da PM.
Segundo testemunhas, o suspeito, identificado como Wilson Guimarães, de 24 anos, chegou ao estabelecimento comercial armado com uma faca e anunciou o assalto. Pessoas que presenciaram a ação criminosa conseguiram evitar o roubo.
Uma pessoa que estava no local no momento da ação criminosa conseguiu imobilizar o suspeito e amarrá-lo, e em seguida chamou a polícia.
Wilson Guimarães foi conduzido a 16ª Seccional Urbana de Polícia Civil e autuado por tentativa de roubo.
Conforme a Polícia Militar, o suspeito já possui passagens anteriores pela polícia e já responde na justiça por homicídio e assalto. Ele havia deixado recentemente a prisão, segundo a Polícia Militar.
Um carro foi furtado de uma oficina mecânica na última terça-feira (03), e poucas horas depois, acabou sendo destruído por populares durante uma briga na Praça do Cidadão, em Itaituba, sudoeste do Pará.
Patrícia Sousa dos Santos, proprietária do veículo, relata que seu carro estava há mais de um mês na oficina para reparos no motor. Após os serviços realizados na terça (03), o veículo ainda apresentava problemas e foi deixado no local.
No entanto, na mesma noite, Patrícia foi surpreendida pela ligação de um conhecido, que informava que seu carro estava sendo atacado por populares na Praça do Cidadão. Apenas nesse momento ela tomou conhecimento do furto.
Os suspeitos do furto foram identificados como Vinicius Ian Lima Fernandes, que estava acompanhado por Leonardo Oliveira dos Santos. Segundo as informações, Leonardo, que residia nos fundos da oficina e possuía chave do estabelecimento, teria facilitado a ação, abrindo o portão.
Após o furto, eles acabaram se dirigiram à praça com o carro, onde, por razões ainda desconhecidas, envolveram-se em uma briga que resultou na destruição do veículo. Um vídeo que mostra o momento exato em que o carro é danificado tem circulado nas redes sociais.
Ainda conforme a vítima, ao se dirigir à delegacia para denunciar o furto e depois à oficina, descobriu que seu veículo havia sido abandonado em um terreno próximo ao estabelecimento, completamente danificado.
Leonardo foi detido e encaminhado à delegacia, mas posteriormente liberado. Vinicius Ian, que já possui passagens pela polícia por furto de moto, ainda não foi localizado pelas autoridades.
No boletim de ocorrência, o caso foi registrado como furto qualificado e abuso de confiança, dada a relação de Leonardo com o estabelecimento. A investigação sobre o caso segue em andamento.
Um grave acidente de trânsito foi registrado no início da noite desta quarta-feira (4) nas proximidades da comunidade Cristo Rei, na rodovia Santarém Curuá-Una (PA-370), em Santarém, oeste do Pará. Quatro pessoas ficaram feridas, sendo que um professor fraturou o fêmur.
O Corpo de Bombeiros foi acionado para resgatar o professor das ferragens. Ele trabalha em uma escola na comunidade Guaraná, localizada a cerca de 60 km da sede do município de Santarém. Os bombeiros só conseguiram retirar a vítima após cortarem a porta do carro em que ele estava.
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) encaminhou 4 feridos para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA). Uma das vítimas foi transportada para o hospital na viatura dos bombeiros.
De acordo com informações preliminares, o professor estava retornando da comunidade Guaraná e seguia pela rodovia no sentido planalto-centro, acompanhado de um amigo. Ele estava na direção quando foi surpreendido pelo motorista de um Punto, conduzido por Éric Kaique Silva Vasques. Além dele, estavam no carro mais duas pessoas identificadas como Dinelma e Renê.
As causas do acidente ainda serão investigadas, mas alguns moradores da região informaram que o motorista do Punto atravessou na frente do carro do professor ao fazer uma conversão, causando a colisão.