Wagner Costa, de 42 anos, foi preso após proferir palavras de ameaças a policiais militares na Comunidade Cabaçal, região garimpeira de Itaituba, no Sudoeste do Pará. A prisão ocorreu no último domingo (24), por volta das 23h30.
De acordo com a polícia, os policiais faziam rondas na localidade quando se depararam com uma situação de desordem envolvendo alguns indivíduos, incluindo Wagner. Na ocasião, ele resistiu à prisão dizendo “Eu já matei vários. Para matar vocês dois, não muda a camisa”.
Imediatamente, o homem recebeu voz de prisão; porém, ao tentar efetuar a condução do homem, populares impediram. Assim, a guarnição foi ao posto policial e, posteriormente, retornou ao local com um policiamento mais reforçado.
Assim, conseguiu-se êxito na captura do acusado, que foi conduzido à 19ª Seccional Urbana de Polícia Civil, para que fossem tomadas as medidas cabíveis.
Um motorista abasteceu o carro em um posto de combustíveis no município de Santarém, no oeste do Pará, e depois fugiu sem pagar. O caso aconteceu na noite de segunda (24).
Conforme apurado pela reportagem, o homem parou em um posto localizado na avenida Sérgio Henn, bairro Interventoria, por volta das 20h30. Um dos funcionários do estabelecimento informou que ele abasteceu R$ 150 em gasolina e, na hora de fazer o pagamento, fugiu do local.
Ainda segundo os funcionários, o motorista “aproveitou” o momento em que o frentista saiu para pegar a maquineta para passar o cartão.
Câmeras de segurança do estabelecimento registraram a ação criminosa do motorista. Pela placa, foi possível identificar que o carro é de Belém. Um boletim de ocorrência foi registrado pelo proprietário do posto para que as providências cabíveis sejam tomadas.
Uma caminhonete acabou capotando nesta terça-feira (25), em uma ladeira conhecida como “Mata Cobra”, na Rodovia Transgarimpeira, próximo ao Garimpo do São Chico, em Itaituba, no Sudoeste do Pará.
Ainda há poucas informações acerca do acidente. Um vídeo compartilhado com o Portal Plantão 24horas News mostra o veículo com as rodas para cima na descida da ladeira, que já foi palco de outros graves acidentes.
“… Acidente aqui no ‘Mata Cobra’. Caminhonete tombou e tá de pneu para cima ali. Acho que o rapaz morreu, porque, se não morreu, mas está muito mal. Olha como está!”, disse uma testemunha.
Segundo informações repassadas à Polícia Militar, as vítimas foram socorridas por populares até o distrito de Moraes Almeida, sendo que uma delas veio a óbito em Novo Progresso (PA). A identificação das vítimas não foi divulgada.
Dois homens foram presos suspeitos de tráfico de entorpecentes na noite desta segunda-feira (24), no Bairro Santo Antônio, em Itaituba (PA). A dupla foi localizada em uma residência da 35ª rua.
De acordo com a Polícia Militar (PM), Eduardo e Denilson foram localizados após denúncia de transeunte. A guarnição se deslocou até a vila e avistou a porta aberta. Os dois estavam cortando material, e uma enorme quantidade de fumaça se dissipava.
Diante dos fatos, os dois, juntamente com os matérias, foram conduzidos à 19ª Seccional Urbana de Polícia Civil, para que fossem feitos os procedimentos cabíveis.
Um homem foi encontrado morto dentro de uma casa na noite desta segunda-feira (24), por volta das 23h, no Bairro Independência, em Alenquer, no Oeste do Pará. O corpo de Arlito Ferreira da Silva, 39 anos, apresentou sinais de perfurações à faca.
De acordo com a Polícia Militar (PM), o corpo foi localizado após um homem informar que no local estava exalando mau cheiro e que, possivelmente, seria de um cadáver. Ainda segundo o homem, o corpo poderia ser do seu cunhado Arlito, que estava desaparecido desde sábado (22).
Uma guarnição seguiu para o local e constatou. O corpo da vítima foi encontrado, dentro do banheiro, enrolado em uma rede. Os moradores do imóvel ainda não foram localizados.
A autoria do crime está em averiguação. A Polícia Civil foi acionada para procedimentos cabíveis.
A liderança indígena Alessandra Korap Munduruku, de Itaituba foi uma das seis vencedoras do Prêmio Goldman de Meio Ambiente de 2023. Concedido anualmente desde 1990 a seis ativistas de diferentes regiões – África, Ásia, Europa, Ilhas e Nações-Ilhas, e Américas (do Norte, do Sul e Central) – Alessandra foi escolhida por sua dedicação e liderança na luta incansável do povo Munduruku pela defesa de seu território e dos direitos dos povos indígenas. Os outros seis vencedores, selecionados por um júri internacional a partir de indicações confidenciais feitas por uma rede mundial de organizações ambientais e indivíduos, são da Zâmbia, Indonésia, Turquia, Finlândia e Estados Unidos.
A mobilização dos Munduruku em uma campanha para evitar que a empresa britânica de mineração Anglo American prosseguisse com seus planos de extrair cobre em territórios indígenas, e o papel decisivo da Alessandra nesse processo, foi central para a escolha de seu nome para o recebimento do prêmio. Em maio de 2021, a mineradora se comprometeu formalmente a retirar 27 pedidos de pesquisa aprovados pela Agência Nacional de Mineração em territórios indígenas nos estados de Mato Grosso e do Pará. Desses pedidos, 13 impactavam diretamente o território de Alessandra, a Terra Indígena Sawré Muybu no médio Tapajós.
Alessandra faz parte do forte e organizado movimento de resistência de base Munduruku, que inclui Caciques, mulheres e crianças. Em 2021, ela foi escolhida pelas 13 aldeias Munduruku do Médio Tapajós para ser coordenadora legítima da Associação que representa do povo Munduruku do Médio Tapajós -Pariri e se juntar com outras associações de resistência do povo Munduruku. Segundo ela: “Tudo que faço na minha luta é feito com e para o coletivo. As lideranças Munduruku não agem individualmente nem buscam reconhecimento individual. Minha luta e minha voz fazem parte de processos coletivos de muita resistência, junto com os Caciques e outras lideranças que se levantaram pelos nossos direitos.”
Aos 39 anos, Alessandra Munduruku é a quarta brasileira a ser homenageada com o prêmio na categoria América do Sul e Central. Em 2006, o ambientalista Tarcísio Feitosa recebeu o prêmio por sua trajetória em defesa da região do Xingu e da Terra do Meio, no Pará. A ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva foi reconhecida por sua atuação na criação das Reservas Extrativistas no Acre em 1996. O primeiro brasileiro a ser laureado com o Goldman Prize foi um dos fundadores do Instituto Socioambiental (ISA), Carlos Alberto Ricardo, em 1992, por sua atuação na garantia dos direitos dos povos indígenas.
Alessandra nasceu e foi criada na Aldeia Praia do Índio, uma reserva indígena Munduruku localizada às margens do rio Tapajós, na cidade de Itaituba, estado do Pará. O Tapajós é um dos rios amazônicos mais importantes – e um dos últimos grandes afluentes do Amazonas que ainda não foi barrado para geração de energia. A bacia do rio Tapajós é o território tradicional do povo Munduruku, mas hoje está ameaçada por uma série de projetos de infraestrutura apoiados pelo governo – desde mineração até extração de madeira, grilagem de terras e mais. Isso também inclui a barragem de São Luís do Tapajós, que ameaça inundar o território Sawré Muybu Munduruku, e a Ferrogrão, uma ferrovia de quase 1000 km de extensão que atravessa o Pará com o objetivo de baratear os custos de exportação de soja pela Amazônia. O movimento de resistência Munduruku tem sido fundamental na proteção das florestas contra cada um desses projetos.
Alessandra Munduruku na COP26 — Foto: Redes Sociais
Na última década, Alessandra se tornou uma das lideranças indígenas mais proeminentes na defesa da Amazônia, dos povos indígenas e das comunidades tradicionais. A partir de 2015, ela participou da luta dos povos indígenas e tradicionais contra uma série de barragens hidrelétricas que estavam planejadas para serem construídas em sua região e, em 2015, juntou-se ao povo Munduruku em sua bem-sucedida oposição aos planos do governo de construir a Usina Hidrelétrica de São Luís do Tapajós. Embora o projeto tenha sido arquivado em 2016, os Munduruku temem que ele possa ser reativado a qualquer momento. Hoje a principal luta é a demarcação dos territórios Munduruku do Médio Tapajós principalmente TI Sawre Muybu.
Como parte de um movimento emergente de lideranças indígenas femininas, Alessandra teve que conquistar o reconhecimento dos Caciques e do povo Munduruku. Ela também teve que enfrentar os desafios de conciliar um ativismo político incansável com o papel de mãe e exemplo para outras mulheres. Em 2018, decidiu estudar Direito para melhor representar os Munduruku: “Meu sonho é um dia poder defender os direitos do meu povo diante do Supremo Tribunal Federal”.
Nos últimos anos, o dano causado pelo garimpo tem sido o centro das lutas e organização do povo Munduruku. O garimpo levou a danos irreparáveis ao rio Tapajós e aos Munduruku. Em 2016, Alessandra e outras mulheres Munduruku exigiram através de carta que pesquisadores investigassem a contaminação por mercúrio no Tapajós e nos Munduruku. Uma série de estudos realizados pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) revelou que todos os Munduruku que vivem nas aldeias de Sawré Muybu, Poxo Muybu e Sawré Aboy sofrem de contaminação por mercúrio e que mulheres e crianças são as mais vulneráveis. A origem do mercúrio é a mineração ilegal, e Alessandra dedicou os últimos anos a denunciar, realizar e organizar medidas de proteção territorial contra a extração ilegal de ouro nas terras Munduruku.
Alessandra Korap Munduruku é uma das lideranças entre os Munduruku que habitam região do Tapajós, no Pará — Foto: GOLDMAN ENVIRONMENTAL PRIZE via BBC
Parar o plano da Anglo American de explorar cobre em Sawre Muybu foi uma das muitas lutas assumidas por Alessandra e o povo Munduruku que a levou a receber o Prêmio Goldman. Em maio de 2021, a empresa britânica de mineração se comprometeu formalmente a retirar 27 licenças de pesquisa de mineração que deveriam se sobrepor a terras indígenas no Brasil, incluindo o território Munduruku de Sawré Muybu. Essas licenças representavam uma grande ameaça aos povos indígenas, bem como aos seus territórios e meios de subsistência. Essa vitória resultou de nossa campanha contínua com o povo Munduruku, a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB) e a Amazon Watch.
A premiação será feita ao vivo nos dias 24 de abril em São Francisco e 26 de abril em Washington, DC. Alessandra viajou acompanhada do grande Cacique Juarez Saw Munduruku.
Alarmado com a poluição produzida pela operação da Konkola Copper Mines na província de Copperbelt, na Zâmbia, Chilekwa Mumba organizou um processo judicial para responsabilizar a empresa controladora da mina, Vedanta Resources. A vitória de Chilekwa no Supremo Tribunal do Reino Unido estabeleceu um precedente legal – foi a primeira vez que uma empresa britânica foi responsabilizada pelos danos ambientais causados por operações de subsidiárias em outro país. Esse precedente já foi aplicado para responsabilizar a Shell Global – uma das 10 maiores corporações do mundo em receita – por sua poluição na Nigéria.
Em colaboração com cooperativas locais de pesca e autoridades turcas, Zafer Kizilkaya expandiu a rede de áreas marinhas protegidas (AMPs) da Turquia ao longo de 498,89 quilômetros da costa do Mediterrâneo. As áreas recém-designadas foram aprovadas pelo governo turco em agosto de 2020 e incluem uma expansão da rede de AMPs em 350 km² de áreas sem arrasto e sem cerca e mais 70 km² de zonas de não pesca. O ecossistema marinho da Turquia foi severamente degradado pela sobrepesca, pesca ilegal, desenvolvimento turístico e os efeitos das mudanças climáticas – e essas áreas protegidas colaboram para mitigar esses desafios.
Desde abril de 2018, Tero Mustonen liderou a restauração de 62 antigas áreas de mineração de turfa e de florestas altamente degradadas em toda a Finlândia – totalizando 86.000 acres (cerca de 34.803 hectares) – e as transformou em pântanos e habitats produtivos e biodiversos. Ricas em matéria orgânica, as turfeiras são sumidouros de carbono altamente eficazes. De acordo com a UICN, as turfeiras são as maiores reservas naturais de carbono da Terra. Cerca de um terço da superfície da Finlândia é formada por turfeiras.
Delima Silalahi liderou uma campanha para assegurar a administração legal de 17.824 acres (cerca de 7.211 hectares) de terras de floresta tropical para seis comunidades indígenas no norte de Sumatra. O ativismo de sua comunidade recuperou esse território de uma empresa de celulose e papel que o havia convertido parcialmente em uma monocultura, não nativa, de eucalipto industrial. As seis comunidades começaram a restaurar as florestas, criando valiosos sumidouros de carbono de floresta tropical indonésia biodiversa.
AMÉRICA DO NORTE Diane Wilson, United States Em dezembro de 2019, Diane Wilson ganhou um caso histórico contra a Formosa Plastics, uma das maiores empresas petroquímicas do mundo, pelo despejo ilegal de resíduos plásticos tóxicos na costa do Golfo do Texas. O acordo de 50 milhões de dólares é o maior prêmio em um processo cidadão contra um poluidor industrial na história da Lei de Águas Limpas dos EUA. Como parte do acordo, a Formosa Plastics concordou em atingir “descarga zero” de resíduos plásticos de sua fábrica Point Comfort, pagar multas até que as descargas cessem e financiar a remediação das áreas úmidas, praias e cursos d’água locais afetadas.
A equipe do Motopatrulhamento da Polícia Militar apreendeu, nesta segunda-feira (24), em Juruti, no Oeste do Pará, um carro com registro de roubo ou furto. A abordagem ocorreu na Rua Joaquim Gomes do Amaral, por volta de 1h.
De acordo com a polícia, o motorista do carro apresentou a documentação do veículo. Os policiais detectaram que o documento estava com informações divergente das constantes no sistema.
Em razão disso, os militares fizeram uma averiguação nos elementos de identificação do automóvel, de modo que constataram possível irregularidade nos caracteres do número de chassi. Diante disso, fez-se necessária uma verificação na numeração do motor. Desse modo, concluíram que o veículo é produto de roubo ou furto.
À vista dos fatos, o motorista e o carro foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil, para que fossem realizados os procedimentos cabíveis.
Um homem com mandado de prisão foi preso pela Polícia Militar em Santarém, Oeste do Pará, na tarde desta segunda-feira (24). João Marcos Sousa Branches, vulgo “Branches”, foi localizado no Bairro Jutaí.
De acordo com a polícia, era por volta de 16h30 quando a guarnição abordou o acusado em via pública. Ao verificar no sistema, os policiais constataram que ele estava com um mandado de prisão em aberto.
Diante do fato, ele recebeu voz de prisão e foi conduzido à 16ª Seccional Urbana de Policia Civil, para que fossem feitos os procedimentos cabíveis.
Um homem foi agredido por um grupo de pessoas e precisou de atendimento médico por conta dos ferimentos provados pelo espancamento. O caso ocorreu na noite de domingo, no bairro Vigia, em Santarém, oeste do Pará.
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado para socorrer a vítima das agressões. Após os primeiros atendimentos realizados no local, o homem foi encaminhado para a UPA 24H na ambulância do Samu.
Informações preliminares dão conta de que a vítima das agressões, teria disparado várias tiros contra um grupo de pessoas que estavam em campo de futebol. Ainda de acordo de populares, três homens foram vistos atirando, mas apenas um foi alcançado pelo grupo alvo dos tiros, e agredido até a chegada da polícia.
A Policia Militar informou que foi acionada para atender uma ocorrência de disparos de arma de fogo em via pública. Ao chegar ao local a PM encontrou um homem identificado como Gelmo Carlos Santos Ribeiro, ferido. Junto dele a polícia encontrou ainda uma arma de fabricação caseira, de calibre 32.
À polícia, moradores informaram que Gelmo Carlos Santos Ribeiro passou atirando com mais dois homens, que conseguiram fugir.
Após o atendimento de Gelmo, na UPA, a polícia o levou o suspeito para a 16ª Seccional Urbana de Polícia Civil. A arma de fogo foi aprendida.
Jairo Francisco Rodrigues Silva foi vítima de esfaqueamento no final da tarde desta segunda-feira (24), em Itaituba, no Sudoeste do Pará. O fato ocorreu por volta das 17h30, na Trav. Justo Chermont, no Bairro Perpétuo Socorro.
De acordo com informações, o esfaqueamento ocorreu durante uma discussão entre Jairo e um homem identificado apenas como José Fernando. No “calor” do desentendimento, José desferiu um golpe de faca em Jairo, que, em estado grave, foi socorrido para o Hospital Regional do Tapajós (HRT).
Vítima. (Foto: Reprodução).
A Polícia Militar (PM) foi comunicada sobre o fato. Diante isso, uma guarnição seguiu para o local e conseguiu localizar o suspeito, que estava sendo segurado por populares. Na ocasião, eles relataram que o homem tinha desferido golpes de faca em Jairo.
Suspeito na delegacia. (Foto: Reprodução).
Segundo a polícia, suspeito estava com marcas de sangue e com a faca na cintura. Ele foi conduzido à 19ª Seccional Urbana de Polícia Civil do município, para que fossem feitos os procedimentos cabíveis.
A esposa da vítima, que também presenciou o fato, foi encaminhada à delegacia para esclarecimentos.