Na última sexta-feira (22), policiais civis de Rurópolis e Placas cumpriram mandados judiciais de busca e apreensão em investigação sobre crimes cibernéticos no âmbito doméstico.
Mesmo morando em outro município, a vítima passou a ser difamada e ameaçada virtualmente pelo ex-companheiro, que também teria invadido seus dados telemáticos. Durante a operação, foram apreendidos computadores, notebooks e celulares em uma farmácia local. O material será periciado para subsidiar o inquérito policial.
A ação, que contou com o apoio da Polícia Militar, resultou no cumprimento integral do mandado e pode levar à responsabilização criminal e eventual prisão dos envolvidos.

Outro caso
No mesmo dia, a Delegacia de Rurópolis conseguiu recuperar pouco mais de R$ 6 mil transferidos por engano via Pix por um homem que pretendia comprar um terreno. O valor foi enviado equivocadamente a uma terceira pessoa, que inicialmente se recusava a devolver, alegando que o banco teria feito o desconto integral.
Com base nas informações do boletim de ocorrência, os policiais localizaram a titular da conta e esclareceram que a conduta configurava crime de apropriação indébita por erro de outrem. Após resistência inicial, a quantia foi devolvida ao verdadeiro dono.
A Polícia Civil informou que já atuou em outros casos semelhantes, em que os valores foram restituídos após orientação policial, sem necessidade de autuação.

Orientação
A Polícia Civil ressalta que, em situações de transferência bancária equivocada, caso o recebedor se recuse a devolver o valor, a vítima deve registrar boletim de ocorrência. Os agentes poderão localizar o titular da conta e adotar as medidas necessárias para a restituição. Segundo o delegado do município, reter um Pix recebido por engano pode ser considerado crime de apropriação indébita.
Fonte: Plantão 24horas News
