A ex-companheira de Marigelson Lira de Assunção, apontado como suspeito da morte de Jackson Gouveia Arruda, de 35 anos, rompeu o silêncio e apresentou sua versão sobre o caso registrado na comunidade Pedra Branca, zona rural de Itaituba, no sudoeste do Pará.
Em áudios divulgados pelo Portal Júnior Ribeiro, a mulher negou que tivesse mantido um relacionamento amoroso com Jackson enquanto ainda vivia com Marigelson. Segundo ela, a separação havia ocorrido há quase um ano, e o envolvimento com a vítima começou somente após o término da relação.
Mulher afirma que deixou a cidade após ameaças
Durante o relato, a ex-companheira afirmou que vinha recebendo ameaças de morte e que decidiu sair da cidade por temer pela própria vida. Ela também explicou que o medo foi o motivo de não ter comparecido ao velório de Jackson.
“Eu não saí da cidade porque fiz alguma coisa errada. Saí porque ele sempre deixou claro que, se eu não fosse dele, não seria de mais ninguém, e que me mataria”, declarou.
A mulher também afirmou que, após o homicídio, Marigelson teria mencionado outras duas pessoas como possíveis alvos, incluindo ela própria. As declarações ainda dependem de apuração policial.
Relembre o homicídio na comunidade Pedra Branca
Jackson Gouveia Arruda foi morto a tiros na segunda-feira (19 de outubro), enquanto conduzia uma pequena embarcação carregada com vários carotes de gasolina na comunidade Pedra Branca.
Marigelson, apontado como principal suspeito do crime, foi localizado pela Polícia Militar na quarta-feira (21) e encaminhado à 19ª Seccional Urbana de Polícia Civil de Itaituba para os procedimentos legais.
O homicídio passou a ser investigado sob a hipótese de motivação passional, circunstância que ainda precisa ser esclarecida pelas autoridades.
As declarações da ex-companheira e os relatos de ameaças poderão contribuir para as investigações, que buscam esclarecer a dinâmica e a motivação do assassinato.
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Fonte: Portal Júnior Ribeiro.
