terça-feira, maio 21, 2024

Polícia Federal deflagrou na manhã de hoje a Operação LÂMIA na Capital do Estado

A operação foi deflagrada na manhã desta quarta-feira (13), na capital paraense. A Polícia Federal cumpriu mandados de busca e apreensão nas residências de investigados por crimes relacionados ao abuso e exploração sexual infantil.

Os materiais apreendidos (celulares, computadores, pendrives e cartões de memória) serão encaminhados para perícia criminal visando obter mais elementos para confirmar a hipótese criminal.

 

Operação LÂMIA/Foto: Plantão 24Horas News

A ação é resultado da operação “LÂMIA” que foi deflagrada na região da grande Belém. O nome da operação remete a Lâmia, que na mitologia grega era uma rainha que se tornou um demônio devorador de crianças.

As investigações foram conduzidas e operacionalizadas pelo Grupo de Repressão a Crimes Cibernéticos (GRCC) da Superintendência da Polícia Federal no Estado do Pará. Somente no ano de 2022, a Polícia federal no Estado do Pará, com o apoio técnico do Serviço de Repressão aos Crimes de Ódio e à Pornografia Infantil (SERCOPI), cumpriu 07 (sete) mandados de busca e apreensão visando apurar crimes relacionados ao abuso sexual infantil.

A Polícia Federal tem como prioridade o combate aos crimes relacionados ao abuso e à exploração sexual infantil, visando identificar vítimas vulneráveis e prender abusadores fazendo cessar o cometimento de tais ações , aos quais afetam diretamente a sociedade e a família brasileira, principalmente crianças e adolescentes.

Não esquecendo a importância da participação da sociedade ao denunciar toda e qualquer forma de violência praticada contra crianças e adolescentes.

Se confirmada a hipótese criminal, os investigados poderão responder pelos crimes de estupro de vulnerável (art. 217-A,  penas de 8 a 15 anos) do código penal, além da produção (art. 240 do ECA, 4 a 8 anos) e  armazenamento (art. 241-B do ECA, 1 a 4 anos) de pornografia infantil, previstos no estatuto da criança e do adolescente. Esses crimes possuem penas máximas que, se somadas, podem chegar a 27 anos de prisão.

As investigações seguem em andamento.

Fonte: Plantão 24Horas News

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