A empresa Rodonave Navegações, responsável pela travessia de balsa entre Itaituba e Miritituba, esclareceu que não haverá cobrança para pedestres, após a divulgação da nova tabela de preços que gerou dúvidas e repercussão entre os moradores.
Recentemente, a empresa anunciou um reajuste de aproximadamente 20% nos valores cobrados pela travessia de veículos. Segundo o gerente da Rodonave em Itaituba, as tarifas estavam sem reajuste há cerca de oito anos. Ele explicou que a correção acumulada no período seria de aproximadamente 47%, mas a empresa optou por aplicar um aumento inferior à metade desse percentual.
De acordo com a direção da empresa, o aumento nos custos operacionais, especialmente do diesel, foi um dos principais fatores que motivaram o reajuste.
O que mais chamou a atenção da população foi a inclusão do valor de R$ 2,50 para pedestres na tabela divulgada. A informação gerou questionamentos e preocupação entre usuários da travessia, já que atualmente não há cobrança para quem realiza o percurso a pé.
Diante da repercussão, o diretor da Rodonave em Itaituba afirmou que a empresa nunca cobrou dos pedestres e que não pretende iniciar esse tipo de cobrança. Segundo ele, o valor informado na tabela é utilizado exclusivamente para controle interno da empresa e não será aplicado aos usuários que realizam a travessia sem veículos.
O delegado da Polícia Civil, Alexandre Brito, informou que o corpo de Romário Lourenço de Souza, encontrado na manhã desta terça-feira (2) às margens do Rio Tapajós, foi localizado por proprietários de uma fazenda da região, que acionaram as autoridades após avistarem a vítima no local.
De acordo com o delegado, testemunhas relataram que Romário apresentava sinais de embriaguez antes do ocorrido. As primeiras informações levantadas pela Polícia Civil apontam que não foram encontrados sinais de violência externa ou indícios de desavença que pudessem ter provocado a morte.
Ainda conforme o relato policial, a principal hipótese é de afogamento acidental. No entanto, a confirmação da causa da morte dependerá do resultado da necropsia.
A Polícia Civil aguarda a conclusão dos exames periciais para decidir se haverá necessidade de instaurar uma investigação ou se o caso será arquivado, diante da ausência de elementos que indiquem a prática de crime.
Um homem de 22 anos foi preso na noite de segunda-feira (1º), no município de Prainha, oeste do Pará, suspeito de furtar duas motocicletas em dias consecutivos. Além dos veículos, a Polícia Militar recuperou dois aparelhos celulares que estavam em posse do suspeito.
De acordo com o 18º Batalhão da Polícia Militar (18º BPM), o homem, conhecido pelo apelido de “Kesi”, é apontado como autor do furto de uma motocicleta ocorrido no último sábado (30), em Prainha, e de outra motocicleta furtada no domingo (31), na Vila de Limão.
Após diligências, os policiais localizaram o suspeito e encontraram os veículos escondidos em uma área de mata. Durante a ação, também foram recuperados dois aparelhos celulares.
Entre os materiais apreendidos estão uma motocicleta Pop 2024, furtada na Vila de Limão, uma motocicleta Pop 2014, furtada em Prainha, além dos dois celulares.
A ocorrência contou com a atuação integrada de equipes dos Postos Policiais Destacados e do 3º Pelotão da Polícia Militar de Prainha.
O suspeito e todo o material recuperado foram encaminhados à delegacia para os procedimentos legais.
O comandante do 18º BPM, Leonardo Dutra, destacou a importância da rápida atuação das equipes no combate aos crimes patrimoniais.
“A atuação firme e estratégica da Polícia Militar fortalece a segurança pública em nosso município e região, garantindo mais tranquilidade para a população. Essas ações são fundamentais para desarticular criminosos que ameaçam a ordem. Seguiremos firmes no compromisso de enfrentar a criminalidade e proteger a sociedade”, afirmou.
A Polícia Militar orienta os proprietários de motocicletas a utilizarem o travamento do guidão ao estacionar os veículos e, sempre que possível, deixá-los em locais seguros e bem iluminados, como forma de reduzir o risco de furtos.
Um grave acidente de trânsito foi registrado por volta das 13h desta terça-feira (2), na esquina do Hospital Municipal, na Rua Juscelino Kubitschek, em Novo Progresso, no sudoeste do Pará.
De acordo com informações da Polícia Militar, Bruno de Sousa Gomes conduzia uma motocicleta Honda CG 150, de cor preta, realizando manobras perigosas conhecidas como “grau”, quando perdeu o controle do veículo e colidiu com outra motocicleta.
A segunda moto era conduzida por Paulo Ferreira de Souza, que sofreu ferimentos graves em decorrência da colisão. A vítima foi socorrida ao Hospital Municipal apresentando lesões na cabeça, em um dos braços e em uma das pernas.
Bruno de Sousa Gomes também ficou ferido e foi encaminhado para atendimento médico. Ainda no hospital, ele recebeu voz de prisão por, em tese, ter cometido crime de trânsito. Após receber alta médica, deverá ser apresentado na Delegacia de Polícia Civil para os procedimentos cabíveis.
Segundo a polícia, após consulta aos sistemas de segurança, não foram encontrados antecedentes criminais em nome do acusado.
Imagens de um circuito interno de monitoramento registraram o momento exato da colisão. O caso foi registrado e será acompanhado pelas autoridades competentes.
Familiares de Irene da Silva, conhecida pelos apelidos de “Paraguaia” e “Loira”, estão em busca de informações que possam ajudar a esclarecer seu paradeiro. Ela saiu da cidade de Assis, no interior de São Paulo, em 2003, para trabalhar na região garimpeira de Itaituba, no sudoeste do Pará, e desde então não manteve mais contato regular com a família.
Atualmente com 66 anos, Irene deixou três filhas: uma residente em Assis (SP), outra em Peixoto de Azevedo (MT) e uma terceira em Sorriso (MT). Segundo familiares, após sua ida para o Pará, ela retornou algumas vezes a Sorriso e chegou a manter contato com as filhas, informando que trabalhava em áreas de garimpo e circulava por localidades como Castelo dos Sonhos, distrito de Altamira, além de Itaituba e Novo Progresso.
Ao longo dos anos, surgiram informações desencontradas sobre o paradeiro de Irene. Algumas pessoas afirmaram tê-la visto em áreas de garimpo na região de Itaituba, enquanto outras relataram que ela teria falecido.
A família conta que, em determinado momento, uma mulher identificada apenas como Rose entrou em contato por telefone informando que Irene havia morrido. Segundo o relato, a mulher solicitou dinheiro para enviar documentos que comprovariam o óbito. Desconfiados da situação, os familiares não realizaram qualquer depósito e nunca mais receberam contato da suposta informante.
Apesar das incertezas, a família afirma possuir registros de conversas antigas e informa que o documento de identidade de Irene apresentava movimentação cadastral até o ano de 2024, o que mantém a esperança de encontrá-la.
Quem tiver qualquer informação sobre o paradeiro de Irene da Silva pode entrar em contato pelo WhatsApp: (18) 99791-8956.
A família pede o compartilhamento da informação para ajudar nas buscas e esclarecer o que aconteceu com Irene após sua chegada à região garimpeira do sudoeste paraense.
Familiares e amigos de Alaílce Sales Castro estão mobilizados em uma campanha solidária para arrecadar recursos destinados ao tratamento de um tumor renal (câncer). A meta é alcançar o valor de R$ 30.560, que será utilizado para custear exames, medicamentos e outras despesas necessárias durante o tratamento.
Segundo a campanha, toda contribuição representa um importante apoio para garantir a continuidade dos cuidados médicos e oferecer mais esperança à paciente neste momento delicado.
As doações podem ser feitas por meio da chave Pix 000.970.462-05, em nome de sua filha Ana Flávia Castro Carvalho.
A iniciativa destaca que qualquer valor é bem-vindo e pode fazer a diferença na luta pela recuperação de Alaílce Sales Castro.
O corpo de um homem foi encontrado nesta terça-feira (2), às margens do Rio Tapajós, na área do porto de embarque de calcário no km 35 da BR-230, em Itaituba, no sudoeste do Pará.
A vítima foi identificada como Romário Lourenço de Souza. De acordo com informações preliminares, a principal suspeita é de que ele tenha sido vítima de afogamento.
A Polícia Militar foi acionada e confirmou a ocorrência. Em seguida, o caso foi comunicado à Polícia Civil, que solicitou a presença do Instituto Médico Legal (IML) para realizar a remoção do corpo.
A Polícia Civil dará início às investigações para esclarecer as circunstâncias da morte e confirmar a causa do óbito.
Entenda as mudanças do CNJ nas regras do Divórcio Extrajudicial
Uma mudança silenciosa nas normas do Conselho Nacional de Justiça está impactando milhares de brasileiros que desejam encerrar o casamento de forma mais rápida e menos burocrática. A Resolução CNJ nº 571/2024 ampliou as hipóteses de divórcio extrajudicial no Brasil, permitindo que casais com filhos menores também possam, em determinadas condições, lavrar a escritura de divórcio diretamente em cartório, sem precisar de um processo judicial para isso.
A novidade gerou dúvidas e, em alguns casos, interpretações equivocadas sobre o que de fato mudou. Especialistas em direito de família explicam o que a nova regra permite, quais requisitos continuam obrigatórios e quando o caminho ainda exige a via judicial.
O que mudou com a Resolução CNJ nº 571/2024
Antes da resolução, o divórcio extrajudicial era vedado quando havia filhos menores ou incapazes, independentemente de já existir decisão judicial regulamentando guarda, pensão e convivência. Isso fazia com que casais que já tinham resolvido todas as questões relativas aos filhos na Justiça ficassem presos ao rito judicial também para o divórcio em si.
Com a nova regra, essa situação mudou. Agora, se as questões dos filhos menores já foram definidas por decisão judicial válida, contemplando guarda, visitação e alimentos, o casal pode levar essa decisão ao cartório e concluir o divórcio de forma mais ágil, sem repetir etapas já encerradas.
A lógica adotada pelo CNJ é a da desjudicialização: quando há consenso e as garantias legais já foram asseguradas, não há razão para manter o processo tramitando no Judiciário.
Quais são os requisitos para o divórcio em cartório
A ampliação não elimina os requisitos. O consenso entre as partes continua sendo condição indispensável. Sem acordo, o divórcio extrajudicial simplesmente não é possível. Além disso, é obrigatória a assistência de advogado, a apresentação de documentos pessoais e certidão de casamento atualizada, e a definição sobre partilha de bens, quando houver.
No caso de filhos menores, a decisão judicial prévia sobre guarda, convivência e alimentos é exigida antes da lavratura da escritura. Sem ela, o tabelião é obrigado a recusar o ato.
Por que a orientação jurídica continua sendo essencial
Especialistas alertam que o divórcio extrajudicial, embora mais rápido, não deve ser tratado como simples formalidade. Erros na partilha de bens ou cláusulas mal redigidas na escritura podem gerar litígios futuros, mesmo após a conclusão do ato em cartório.
De acordo com advogados do escritório VLV Advogados, que atua com direito de família em todo o Brasil, “a orientação jurídica funciona como medida preventiva para garantir que o ato produza efeitos válidos e definitivos. Muitos problemas surgem exatamente quando o processo é conduzido sem análise técnica adequada.”
Quando o divórcio ainda exige processo judicial
A via extrajudicial permanece vedada em situações de conflito entre as partes, disputas sobre bens ou valores, e casos em que as questões dos filhos menores ainda não foram resolvidas judicialmente. Também não é admitida quando há indícios de coação ou quando uma das partes não pode manifestar vontade livre e consciente.
Nessas hipóteses, o divórcio judicial continua sendo o caminho adequado, por permitir produção de provas, contraditório e intervenção direta do juiz.
Divórcio em cartório é mais rápido?
Sim. Mesmo após as mudanças, o divórcio extrajudicial continua sendo significativamente mais célere do que o judicial quando há consenso. Em muitos casos, a escritura pode ser lavrada em poucos dias, dependendo apenas da organização documental. No processo judicial, mesmo quando consensual, há prazos processuais, tramitação interna e análise do juiz.
Para quem já passou por desgaste emocional com o fim do casamento, a agilidade representa não apenas conveniência, mas também a possibilidade de encerrar uma fase de incerteza com mais segurança e menos exposição.
Conteúdo elaborado com base em informações jurídicas de caráter informativo. Para análise do seu caso específico, consulte um advogado especializado em direito de família.
A Prefeitura de Itaituba, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), realizará nesta sexta-feira (5) uma ação itinerante de saúde na comunidade Paraná-Miry, com atendimentos oferecidos pela UBS Fluvial Brizamar Muniz.
Os serviços estarão disponíveis das 8h às 15h e incluem consultas médicas, dispensação de medicamentos mediante prescrição, testes rápidos, atendimentos odontológicos, vacinação e coleta de PCCU.
Para receber atendimento, os moradores devem apresentar RG, Cartão SUS e Cartão de Vacinas.
A ação tem como objetivo ampliar o acesso aos serviços básicos de saúde para as comunidades ribeirinhas do município, garantindo atendimento mais próximo e eficiente à população.
Um homem identificado como Antônio Rita Pereira da Silva foi preso por volta das 22h desta segunda-feira (1º), durante uma ação da Polícia Militar na comunidade de Cuiú-Cuiú, zona rural de Itaituba, no sudoeste do Pará.
De acordo com a PM, a prisão ocorreu durante abordagens realizadas no âmbito da Operação Tolerância Zero. Ao consultar os dados do suspeito no sistema Infoseg, os policiais constataram a existência de dois mandados de prisão em aberto expedidos pelo Poder Judiciário do Estado do Maranhão.
Diante da constatação, os militares deram voz de prisão ao acusado, que foi conduzido ao destacamento policial da comunidade.
Como a ocorrência aconteceu durante a noite, o homem permaneceu custodiado e, na manhã desta terça-feira (2), foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil do distrito de Moraes Almeida, onde foram adotados os procedimentos legais cabíveis.
A Polícia Militar não divulgou detalhes sobre os crimes relacionados aos mandados de prisão.