quinta-feira, abril 30, 2026
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PF destrói drogas apreendidas em Altamira, no PA

A Polícia Federal incinerou cerca de 55 quilos de entorpecentes em Altamira, na manhã da última segunda-feira (17/04). A droga é fruto de flagrantes realizados pela Polícia Rodoviária Federal e pela Polícia Federal no interior do Pará.

Entre o material destruído, estavam mais de 11 quilos de maconha do tipo skunk, uma versão mais limpa e vendida por maior valor pelos traficantes. Ela foi apreendida em março, quando uma mulher vinda de Manaus foi presa em flagrante enquanto transportava a droga em uma mochila.

A destruição resulta em um prejuízo para o crime organizado, além de dar uma resposta para a sociedade de Altamira e região que sofre com o tráfico de drogas que vem de outros Estados.

Fonte: Portal Plantão 24horas News, com informações PFPA

Pai e filho são condenados por matar ciclista em disputa de “racha”

Foram condenados a 10 e 11 anos de reclusão, respectivamente, Roni Carlos Barbosa de Almeida e Raimundo Feitosa de Almeida, pela morte de um ciclista durante uma disputa de racha em Santarém, no oeste do Pará. O crime aconteceu em 2017.

Pai e filho foram condenados em Júri Popular realizado na terça (18) no Fórum de Santarém. A seção terminou por volta das 20h30 e a sentença foi proferida pelo juiz da 3ª Vara Criminal, Gabriel Veloso.

Os dois réus vão cumprir as penas, inicialmente, em regime fechado. Além disso, pai e filho, estão suspensos de obter habilitação para dirigir veículo automotor.

O crime

O crime aconteceu no dia 18 de abril de 2017 na Travessa E, no bairro Elcione Barbalho. De acordo com a acusação, ambos estavam bêbados e ao disputarem um ‘racha’ teriam atropelado e matado a vítima João de Sousa Neto que estava de bicicleta.

Um dos carros envolvidos no acidente ficou destruído — Foto: Reginaldo Balieiro/TV Tapajós

Fonte: g1 Santarém

Dois homens são presos suspeitos de tráfico de entorpecentes no bairro Bom Remédio, em Itaituba

Dois homens, identificados apenas como Franciel e Elanislon, foram presos, pelo Grupo TáticoOperacional(GTO), suspeitos de tráfico de entorpecentes em Itaituba, no Sudoeste do Pará. A prisão ocorreu em uma residência localizada na Trav. Raimundo Preto, entre 28ª e 29ª ruas do Bairro Bom Remédio.

Durante abordagem, os policiais encontraram com Franciel 14,5 gramas de droga similar a crack e uma quantia de R$ 210,00 em dinheiro. Na ocasião, os militares constataram que Elanilson estaria dando apoio para Franciel em sua residência, guardando mais entorpecentes. Desse modo, fez-se   necessária a realização de uma diligência até a casa do homem.

Na residência, os policiais encontraram: 853 gramas de uma substância entorpecente similar à crack, 46 gramas de uma substância entorpecente similar à maconha, 1,4 gramas de uma substância entorpecente similar à cocaína, 2 balanças de precisão ,2 celulares, 1 motocicleta com placa adulterada, 1 relógio, 1 cordão e 1 pulseira.

Material apreendido. (Foto: Reprodução).

Diante dos fatos, os dois, juntamente com os materiais, foram conduzidos à 19ª Seccional Urbana de Polícia Civil, para que fossem realizados os procedimentos cabíveis.

Motocicleta FAN. (Foto: Reprodução).
Motocicleta POP. (Foto: Reprodução).

Fonte: Portal Plantão 24horas News

Tcharlinho D’ Luxo, cantor itaitubense, irá gravar seu primeiro DVD em Goiânia

Com 10 anos de carreira, Thales Keisse de Sousa Fonseca, mais conhecido como ‘Tcharlinho D’ Luxo’, acaba de anunciar a gravação do seu DVD. O primeiro grande projeto musical do artista será gravado em Goiânia.

De acordo com o cantor, as gravações do DVD serão iniciadas no dia 29 de abril. O DVD, que conta com um repertório de músicas inéditas, veio após incentivos de grandes artistas dos quais ‘Tcharlinho D’ Luxo’ já realizou pré-shows. Com o projeto, o músico pretende lançar sua carreira a nível nacional.

“Foi por meio de vários incentivos de grandes artistas que eu já fiz pré-shows. Hoje, decidi alvejar minha carreira a nível nacional, gerando, assim, esse projeto do meu primeiro DVD, que será gravado em Goiânia, com músicas inéditas […]”, disse o artista.

Cenário onde está sendo montada a estrutura do DVD. (Foto: Divulgação).
Produtor musical Emerson Damascena. (Foto: Reprodução).

Sobre o cantor

Palco onde o cantor deu seus primeiros passos no mundo da música. (Foto: Divulgação).

O cantor Thales Keisse de Sousa Fonseca, de 32 anos, é natural de Itaituba (PA). Ele iniciou sua carreira artística no ano de 2014, no fundo do quintal da casa de sua mãe, onde ela montou um espaço para a realização de serestas.

Logo, o cantor ficou conhecido na cidade e região, ganhando cada vez mais espaço na música e sendo contratado para cantar em palcos maiores, como Quarentão Club, Dubay Beer, Forró na Beira, Casa do Forró e Selva Beer.

Além disso, ele já se apresentou em diversas cidades e localidades vizinhas, como Novo Progresso (PA), Jacareacanga (PA), Trairao (PA), Moraes Almeida (PA) e Jardim do Ouro (PA).

Fotos

Fonte: Portal Plantão 24horas News  

Em áudio, Prefeito de Itaituba esclarece sobre recolhimento de equipamentos de vendedores ambulantes

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Nesta quarta-feira (19), o Prefeito de Itaituba, Valmir Climaco (MDB), gravou um áudio de WhatsApp explicando o motivo do recolhimento de equipamentos de trabalho de vendedores ambulantes em logradouros públicos da cidade.

De acordo com o gestor municipal, os equipamentos foram recolhidos porque os proprietários não os retiraram após o término das vendas. Quanto a isso, Valmir reforçou que Lei Municipal nº 2000/2009, que institui o Código de Postura do Município, proíbe a permanência de barracas, trailers, carrinhos e similares em ambientes de passeio público.

Além disso, disse que o município atende orientações do Ministério Público Estadual para que os vendedores retirem os equipamentos no final de cada expediente. “Essa questão das barracas e dos carrinhos de vender nas praças de Itaituba. O Código de Postura não permite que a pessoa bote seus barracos para ficar 24 horas. A pessoa que quiser vender na porta da sua casa, quiser vender nas praças, na orla, pode sim, mas tem que colocar e levar para casa […]”, disse.

O prefeito destaca que a medida vai continuar; pois, além da manutenção da ordem, da higiene e da segurança pública, visa manter os locais como um atrativo turístico, que seja vista com bons olhos por quem visita a cidade.

“… O que não pode fazer é avacalhar com as praças, a orla […]. É proibido! E vai continuar o serviço de limpeza nessas praças para a pessoa passar durante o dia, e estar tudo bonitinho, arrumadinho. Agora, querer colocar esses carros tudo desarrumado e deixar lá e não querer levar, não pode. O Ministério Público está de olho nessas coisas e tem cobrado da prefeitura a limpeza. A prefeitura vai ter que fazer. A gente lamenta essa situação, mas nós estamos dando a oportunidade para colocar e tirar”, finalizou.

Fonte: Portal Plantão 24horas News

MPF recomenda providências urgentes para criação e reconhecimento de escolas indígenas

Neste 19 de abril, Dia dos Povos Indígenas, o Ministério Público Federal (MPF) recomendou à secretária de Educação e ao prefeito de Belterra, no oeste do Pará, que tomem providências urgentes para a criação e o reconhecimento formal das escolas localizadas nas Terras Indígenas Munduruku-Takuara e Bragança-Marituba como educandários indígenas. A medida é essencial para garantir recursos e proteger direitos dos povos originários, ressalta o MPF.

Apesar de a legislação nacional, internacional e a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal (STF) estabelecerem que o reconhecimento de escolas indígenas não depende da existência de Projeto Político Pedagógico, de regimento escolar ou de lei municipal, este ano a secretária municipal de Educação, Dimaima Nayara Sousa Moura, disse a indígenas que o reconhecimento só poderia ser feito quando esses instrumentos jurídicos fossem criados.

Para o MPF, esse posicionamento da secretaria municipal de Educação de Belterra está completamente equivocado. A proposição de lei municipal para reconhecimento das escolas como indígenas “tem significado, a rigor, entrave à concretização da educação escolar indígena em sua plenitude e representado um grave descumprimento de toda legislação, nacional e internacional”, ressaltou na recomendação o procurador da República Gustavo Kenner Alcântara.

Detalhes da recomendação – Na recomendação enviada à secretária de educação e ao prefeito da cidade, Ulisses José Medeiros Alves, o MPF apontou para a necessidade da adoção imediata e integral das seguintes medidas:

• A criação e o reconhecimento formal das escolas localizadas nas Terras Indígenas Munduruku-Takuara e Bragança-Marituba como educandários indígenas, com a devida inscrição no Censo Escolar junto ao Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) e ao Ministério da Educação, independentemente da existência de Projeto Político Pedagógico ou outro instrumento jurídico que seja utilizado pela Administração Pública como condição à efetivação do direito à educação diferenciada dos povos indígenas, tendo em vista que seu caráter de direito fundamental dispensa a(s) referida(s) formalidade(s);

• A partir do reconhecimento e da formalização das escolas indígenas, seja garantido o ensino cultural, como notório saber, direitos étnicos, territoriais, artes e/ou outros que sejam suficientes para reafirmação da identidade dos povos, com práticas educativas e conteúdos programáticos que levem em consideração as especificidades etnoculturais de cada aldeia e seus processos próprios de aprendizagem;

• A garantia de participação da comunidade indígena na gestão democrática das escolas, por meio dos diferentes mecanismos participativos (exemplos: conselho escolar, associação de pais e mestres, construção coletiva do Projeto Político Pedagógico das escolas);

• O oferecimento das condições de infraestrutura adequadas para o funcionamento das escolas localizadas nas aldeias, com a disponibilidade de equipamentos (retroprojetor, impressora/xerox, computadores), material escolar (livros didáticos, biblioteca, material de consumo) e instalação de internet, garantindo recursos para a melhor preparação das aulas e atividades;

• O oferecimento de merenda escolar durante todo o ano, do primeiro ao último dia de aula, adquirindo gêneros alimentícios diversificados, produzidos em âmbito local e preferencialmente pela agricultura familiar e pelos empreendedores familiares, priorizando as comunidades tradicionais indígenas;

• O fornecimento de transporte escolar durante todo o ano, do primeiro ao último dia de aula, de maneira segura e contínua;

• Dar transparência do recebimento e do uso dos recursos públicos destinados à educação escolar indígena no âmbito do município de Belterra, com divulgação transparente no sítio eletrônico da prefeitura;

• O oferecimento da educação escolar aos indígenas, independentemente de quantitativo mínimo de alunos por turma, condicionando-se a oferta de ensino apenas à existência de demanda, como forma de efetivação da educação diferenciada, e de modo a evitar o deslocamento de alunos para locais distantes de suas residências, desestimulando, assim, a evasão escolar.

É de dez dias o prazo para que a secretária municipal de Educação e o prefeito de Belterra cumpram a recomendação e informem ao MPF sobre o seu acatamento e as medidas que foram adotadas.

O que são recomendações? – Recomendações são instrumentos do Ministério Público que servem para alertar agentes públicos sobre a necessidade de providências para resolver uma situação irregular ou que possa levar a alguma irregularidade. O não acatamento infundado de uma recomendação ou a insuficiência dos fundamentos apresentados para não acatá-la total ou parcialmente pode levar o Ministério Público a adotar medidas judiciais cabíveis.

Íntegra da recomendação.

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MPF recomenda providências urgentes para garantir verbas a escolas indígenas de Belterra (PA)

Fonte> MPF

Operação resgata cinco trabalhadores por suposta submissão a trabalho escravo

Operação realizada na semana passada em Senador José Porfírio, no sudoeste do Pará, resgatou cinco trabalhadores por suposta submissão a condições semelhantes às da escravidão. Entre eles, uma era menor de idade, com 14 anos. A equipe de fiscalização encontrou, ainda, uma criança de um ano e quatro meses, filha de uma das trabalhadoras resgatadas.

O grupo de fiscalização móvel foi composto pelo Ministério do Trabalho Emprego (coordenador), pelo Ministério Público Federal (MPF), pelo Ministério Público do Trabalho (MPT), pela Polícia Federal (PF) e pela Defensoria Pública da União (DPU).

O grupo de trabalhadores resgatados foi localizado em uma fazenda próxima ao rio Bacajá, que é o limite entre os municípios de Senador José Porfírio e Anapu. O grupo estava alojado em dois barracos cobertos por lona plástica e palha, construídos por eles mesmos na mata perto de uma nascente. Não havia banheiros.

Dentre os trabalhadores, três eram homens adultos, tendo um deles permanecido nove meses ininterruptos no local; uma mulher adulta e sua sobrinha adolescente, com 14 anos, cozinhavam para o grupo, em um fogão feito de taipa.

Servidão também por dívidas – Além das condições degradantes flagradas na operação, a equipe de fiscalização constatou também que os trabalhadores foram submetidos à servidão por dívidas, já que seus salários não eram pagos pelo empregador e, ainda, sua saída do local não era permitida até que supostas dívidas fossem quitadas. “Daqui só sai pagando ou carregado”, teria declarado o empregador.

Após ser notificado, o fazendeiro quitou as verbas trabalhistas e rescisórias devidas. Houve, ainda, celebração de Termo de Ajustamento de Conduta com a Defensoria Pública da União e o Ministério Público do Trabalho.

As assistências sociais dos municípios em que residem os trabalhadores foram comunicadas e se encarregarão de seu acolhimento.

Apuração criminal – A apuração criminal está sendo realizada por meio de procedimento investigatório criminal (PIC), sob a presidência do Ministério Público Federal. Serão levados em consideração os elementos colhidos no local, as declarações das vítimas e dos investigados e a recomposição dos danos e outros elementos a serem colhidos.

Será apurado se a conduta dos investigados representou o crime de redução das vítimas a condição análoga à de escravo, previsto no artigo 149 do Código Penal, podendo as penas chegarem a oito anos de reclusão em relação a cada vítima, além de serem aumentadas na metade quando o crime é cometido contra criança ou adolescente.

Medida cautelar – Na última segunda-feira (17), o MPF conseguiu decisão favorável na Justiça Federal que proibiu os dois investigados pelo crime de submissão a trabalho escravo de se aproximarem das supostas vítimas, incluindo a menor de idade e a bebê.

Os empregadores teriam, antes da fiscalização, tentado convencer as vítimas a não colaborarem com as autoridades federais e a destruírem estruturas para evitar colheita de provas.
Além disso, foi relatada ao Ministério Público Federal tentativa de intimidação. Os investigados teriam ficado rondando a casa de parentes da vítima, registrou o Ministério Público.

Outras áreas fiscalizadas – O grupo de fiscalização móvel ainda fiscalizou outras três propriedades rurais no município de Medicilândia, também no sudoeste paraense. Não foram realizados resgates nem encontradas situações que pudessem caracterizar possíveis crimes contra trabalhadores nas fiscalizações no município.

Dificuldades no deslocamento – Para chegarem aos locais, o grupo de fiscalização móvel transpôs diversas dificuldades nos percursos. Em muitos casos, não foi possível prosseguir com as viaturas até os locais de interesse, tendo as equipes realizado deslocamentos a pé. Em razão das chuvas, os trechos possuíam muito barro e lama. Também foi necessária a transposição de rios por meio de balsas.

Avaliação do MPF – O procurador da República Gilberto Batista Naves Filho exalta a eficiência do grupo de fiscalização móvel. Para o membro do MPF, a união de esforços pelos órgãos públicos federais propicia fiscalizações rápidas, técnicas, efetivas e seguras. “Atuando juntas, as forças federais são capazes de transpor qualquer obstáculo e levar os serviços públicos aos mais necessitados, mesmo nas localidades de mais difícil acesso”, ressaltou.

Trabalho constante – O MPF tem realizado esforços constantes para atender a demandas de apuração criminal por supostos crimes contra trabalhadores no campo no Pará. Também em Medicilândia, no início do ano, o MPF, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e a PF realizaram, operação para investigar possível ocorrência de trabalho escravo em fazenda localizada às margens da rodovia Transamazônica.

A operação foi deflagrada em menos de 24 horas após o MPF ter recebido denúncia sobre o tema. O MPF realizou oitivas em vídeo com todos os presentes na propriedade rural. Quatro trabalhadores que atuavam na aplicação de pesticidas nos pastos estavam com equipamentos inadequados e sem registro. Após manifestação de vontade dos trabalhadores, eles foram retirados do local. E duas pessoas foram presas em flagrante em razão da posse ilegal de armas de fogo no local.

No final de 2022, no mesmo município, o MPF e a PF, com o apoio do Ministério Público do Estado do Pará (MPPA), resgataram dois adultos e uma criança de nove anos supostamente vítimas do crime de submissão a condições semelhantes às de escravos. O resgate ocorreu após uma das vítimas ter ido à delegacia da PF em Altamira para denunciar a situação. Segundo o denunciante, na data da denúncia fazia dois dias que as vítimas estavam sem se alimentar.

Na fazenda, as equipes da PF e do MPF constataram que as condições às quais as vítimas eram submetidas eram péssimas: não havia água potável, nem alimentos, nem banheiro, nem energia elétrica. A água para consumo era retirada de uma cacimba. Segundo o adulto que estava há mais tempo no local – cinco meses –, o contratante prometeu que, além de pagar salário, ia fornecer alimentação. No entanto, a promessa foi cumprida só durante o primeiro mês de trabalho.

Álbum com fotos das condições encontradas e vídeos dos trabalhos

Compilação de vídeos do deslocamento da equipe do MPF

Com informações do Ministério do Trabalho e Previdência

Homem é preso e outro morre durante intervenção policial no bairro São José, em Itaituba

Um homem, identificado como Lediomar Santos Silva, morreu; e outro, de nome Aderaldo Pinheiro da Conceição, foi preso durante uma intervenção da ROCAM, na manhã desta quarta-feira (19), no Bairro São José, em Itaituba (PA).

De acordo com a polícia, os dois foram avistados em atitude suspeita durante rondas no Bairro São Tomé, em uma motocicleta que possui registro de furto.  Ao tomar conhecimento da guarnição, a dupla empreendeu fuga. Os policiais fizeram o acompanhamento dos suspeitos.

Ao chegar na 5ª rua da cidade baixa, eles abandonaram a motocicleta e saíram correndo em posse de dois revólveres por cima das palafitas e se desfazendo de alguns objetos. Ao chegar no final das palafitas, Lediomar tentou contra a vida dos policiais, sacando um revólver de calibre 38.

Motocicleta que estava com a dupla. (Foto: Reprodução).

Diante da situação, os policiais dispararam para conter a injusta agressão, de modo que o homem foi atingido na altura do peito e caiu dentro do rio. O Corpo de Bombeiros foi acionado para fazer busca no local.

Arma que estava com a dupla. (Foto: Reprodução).

Em seguida, os policiais acionaram a Polícia Civil e peritos do Instituto Médico Legal (IML), para a remoção do corpo.

Já Aderaldo, que é suspeito de participar da morte de uma mulher na semana passada, no Bairro Vale do Piracanã, foi encaminhado à 19ª Seccional de Polícia Civil, para que fossem feitos os procedimentos cabíveis.

Fonte: Portal Plantão 24horas News

Motorista dá ré em carro e colide com motociclista que saía de estacionamento, em Itaituba

Um acidente entre uma motocicleta e um carro foi registrado por volta das 23h da noite desta terça-feira (18), na 36ª rua do Bairro Vitória Régia, em Itaituba, no Sudoeste do Pará. A motocicleta estava estacionada e foi atingida pelo carro.

Segundo informações repassadas, o motociclista se preparava para deixar o local e acabou tendo sua motocicleta atingida pelo carro após o motorista da ré no veículo. Com a batida, a frente da motocicleta focou destruída, e o condutor apresentou alguns ferimentos leves.

A polícia foi comunicada sobre o fato, e uma guarnição foi até o local. Ambos os condutores foram encaminhados à 19ª Seccional Urbana de Polícia Civil. Conforme o que foi repassado, houve acordo entre as partes.

Fonte: Portal Plantão 24horas News

Garimpeiros obtêm vitória na Justiça Federal após processo contra o Ibama por destruição de equipamentos

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Os dois garimpeiros, que exploram ouro no regime de economia familiar, impetraram um mandado de segurança contra a operação, que não levou em consideração os direitos fundamentais e legais do cidadão.

Em sua sentença, o juiz determinou que as autoridades envolvidas na ação, incluindo o IBAMA, a Polícia Militar e o Exército, se abstenham de interferir no direito de lavra garimpeira sem o devido processo legal.

Garimpeiros obtêm vitória na Justiça Federal após processo contra o Ibama por destruição de equipamentos

O advogado responsável pela vitória dos garimpeiros foi Daruich Hammoud Junior, que apresentou diversas provas, incluindo áudios e vídeos, para comprovar a ilegalidade da ação.

A operação, considerada truculenta e ilegal pela Justiça Federal, ocorreu em dois locais de lavra garimpeira em 13 de outubro de 2022, ignorando 19 Planos de Lavra Garimpeira (PLGS) legais. Com a decisão judicial, fica estabelecido que tais atos não podem ser cometidos contra os direitos dos cidadãos de forma arbitrária.

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Jefferson Cunha

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