A vice-prefeita do município de São Francisco do Pará, no Nordeste Paraense, Jéssica Evelym Mota, foi ouvida pela Polícia Civil na tarde desta segunda-feira (4).
O depoimento começou por volta de 14h na delegacia do município do Pará.
Jéssica é suspeita de tentar matar a tiros o ex-marido e empresário, Roberto Douglas Mota. O caso aconteceu na última terça-feira (28).
Na madrugada deste domingo (3), duas pessoas morreram e uma ficou gravemente ferida na colisão entre duas motocicletas na cidade de Medicilândia (PA). O acidente aconteceu na BR-230 (Transamazônica).
As vítimas identificadas como Adriely Moraes, de 19 anos, e Jilvanildo Correia da Silva, morreram em decorrência do sinistro. Uma terceira pessoa que ficou ferida foi identificada como Arilton da Silva Moraes, que é irmão de Adriely.
Conforme informações de populares, Jilvanildo era professor da rede municipal de ensino.
Segundo relatos, os irmãos seguiam em uma motocicleta pela Rodovia, quando houve a colisão com a moto conduzida pelo professor, com o forte impacto, Jilvanido morreu no local.
Os irmãos foram socorridos por uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), e levados para o Hospital Municipal de Medicilândia (HMM), mas Adriely não resistiu e também evoluiu a óbito.
Ainda segundo informações, Jilvanildo era professor da Escola Francisca Gomes e também coordenador do Módulo Rural da Secretaria de Educação do Município.
Após os primeiros atendimentos no HMM, devido estar em estado grave, Arilton foi transferido para o Hospital Regional Público da Transamazônica (HRT), em Altamira, na mesma região, onde está internado.
Fonte: Gazeta Real com informações do Native News Carajás
Na madrugada do último sábado (02), encerrou-se mais uma temporada de julgamentos populares na Comarca de Novo Progresso no Pará. A Solenidade na qual 07 cidadãos do município, foram escolhidos para julgarem crimes dolosos contra a vida.
O último julgamento apresentado aos jurados foi denominado de “Caso Brizola”, no qual o Ministério Público acusava M.A.F.N e J.S.H de terem sido responsáveis pela morte do Fazendeiro Vanderlei Caron, conhecido como Brizola, o caso ficou bem conhecido como, “pé de pano”.
A denúncia apontava que de forma torpe, visando a herança da vítima, os acusados teriam cometido o crime em 09 de novembro de 2018 na Vila Isol – KM 1000, mas a vítima só veio à óbito em 17 de janeiro de 2019 e o crime foi qualificado como homicídio de forma consumada.
Na sessão de julgamento, M.A.F.N, então esposa da vítima, defendida pela advogada Paranaense Rafaela C. Sbardelotto Venâncio, juntamente com o Advogado Matogrossense Bruno Hintz, defenderam a não participação da suspeita no mencionado crime, pleiteando assim a absolvição dela, sendo a tese apresentada, acolhida por maioria dos jurados.
Defesa realizada com muita atenção e cuidado que resultou na absolvição.
A banca defensiva, de J.S.H, réu confesso, foi composta pelos Advogados Paraenses Fernando Brandão e Flávio Pedrosa e ainda o advogado Matogrossense, José Everaldo S. Macedo que entre outras teses sustentou legítima defesa e o decote da qualificadora, sendo esta última tese acatada pelo Conselho de Sentença.
A acalorada sessão de Julgamento, permeada por intensos debates entre acusação e defesa durou aproximadamente 20 horas ininterruptas, e foi presidida pelo Juiz, Thiago Fernandes e a acusação ficou a cargo do Promotor de Justiça Alan Jhones titular na Comarca da Capital Paraense Belém.
O plenário da Câmara Municipal de Novo Progresso, permaneceu durante toda a sessão lotado por populares que atentamente acompanhavam o julgamento de grande repercussão Estadual.
Para o estudante de direito Oziel Pereira, que acompanhou toda a sessão, o que chamou a atenção foi a reprodução simulada mediante vídeo 3D produzida pela defesa, demonstrando o exato momento do crime.
A Advogada Rafaela C. Sbardelotto Venâncio, advogada de M.A.F.N desde 2019, afirma que o resultado do julgamento representa a vontade soberana dos representantes da sociedade de Novo Progresso/PA, que reconheceu a materialidade, contudo por íntima convicção decidiram por absolver sua cliente.
Dr Brandão por sua vez, disse que a defesa de seu cliente confesso, teve as dificuldades em demonstrar a não intenção de matar, por falhas processuais e falta de provas, mas que no final, a técnica e dedicação da defesa venceram mais uma vez.
A decisão dos jurados foi lida em plenário às 04:36 deste sábado.
M.A.F.D.N foi absolvida por maioria dos votos, e não terá mais que colaborar com a justiça, enquanto J.D.S.H, foi condenado, devido às atenuantes: menor de 21 na data dos fatos, bem como pela confissão teve diminuição de pena, entendendo o Magistrado que não é caso de prisão preventiva, sendo que o mesmo irá cumprir as determinações do Juízo em liberdade.
M.A.F.D.N, foi presa em 17 de janeiro de 2019, em março do mesmo ano, a defesa da acusada protocolou um HABEAS CORPUS, que resultou em sua prisão domiciliar, vindo a acusada a permanecer em sua casa, com as medidas diversas da prisão, e hoje com alegria a mesma consegue sua absolvição.
Valdir Camargo Shimada, conhecido por “Fininho”, foi executado com tiros de pistola, na noite deste domingo (03), no bairro Jardim Itália em Novo Progresso no Pará. O Crime aconteceu por volta das 22h30, na varanda da residência onde a vítima morava.
Ao atender a ocorrência, policiais militares encontraram seis cápsulas de pistola calibre 380 deflagradas.
Uma pessoa que estava com a vítima, foi detida e encaminhada para a delegacia de Polícia Civil do município, ela recusou a falar sobre o ocorrido.
“Fininho” era usuário de entorpercentes, antes de ser morto estava em um bingo na cidade onde teria se envolvido em confusão e foi para casa.
A polícia informou na manhã desta segunda-feira (04), à reportagem do Jornal Folha do Progresso, que ainda desconhece os motivos do crime, mas confirmou que o homem foi executado.
O grave acidente que vitimou Gleiton Peixoto de 40 anos de idade, aconteceu na noite da último sábado (02), na altura do KM 80 às proximidades da Comunidade Buburé na BR 230, entre os municípios de Itaituba e Jacareacanga no PA.
O carro pertencia à empresa para qual Gleiton trabalhava, além dele outras 04 pessoas estavam no veículo quando o acidente aconteceu. Todos usavam cinto e sofreram ferimentos leves, “Kaká” como era conhecido, não usava o item de segurança e com o capotamento foi arremessado para fora do veículo.
O homem teria cochilado ao volante e perdeu o controle da direção ao passar por uma curva na estrada. Em um vídeo gravado por um dos ocupantes do transporte, ele mostra como ficou a caminhonete após o acidente.
Veja o vídeo:
Natural de Marabá no Pará, o corpo de Gleiton foi levado para o município para ser velado junto aos familiares.
A 11ª Promotoria de Justiça de Santarém firmou no último dia 29 de junho, Termo de Ajuste de Conduta (TAC) com o Colégio Adventista, da rede particular de ensino, para que sejam cumpridos os termos das legislações que garantem aos alunos com deficiência, diagnosticados com transtorno do espetro autista, amplo acesso à educação de qualidade, em condições de igualdade com os demais alunos. O TAC prevê compromissos a serem cumpridos de imediato, e outros com prazos para 30, 45 e 60 dias.
O TAC proposto pela titular da 11ª Promotoria de Justiça, Larissa Brasil Brandão, é fundamentado em legislações que incluem a Lei nº 13.146/15 (Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência), Lei n.º 9.394/96 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional) e Lei 12.764/2012 (Institui a política nacional de proteção dos direitos da pessoa com transtorno do espectro autista), além de outras normas.
A promotoria considera que o Colégio Adventista tem a obrigação de cumprir os termos da legislação, “de forma a assegurar que alcancem o máximo desenvolvimento possível de seus talentos e habilidades físicas, sensoriais, intelectuais e sociais, segundo suas características, interesses e necessidades de aprendizagem”. No prazo de 45 dias, o colégio se compromete a realizar o estudo de caso de todos os alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação matriculados no Colégio Adventista, de acordo com os referenciais científicos adequados e atualizados.
Em 60 dias, deve elaborar o Plano de Desenvolvimento Individual (PDI), Plano Educacional Individual (PEI) e Plano de Atendimento Educacional Especializado (PAEE), rigorosamente adaptados às necessidades dos seus educandos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação. E no mesmo prazo implantar sala de recursos multifuncionais, com espaço físico, mobiliário, material didático, recursos pedagógicos e de acessibilidade adequados para o atendimento educacional especializado desse grupo, bem como espaço para reorganização sensorial, em caso de crise, dos educandos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação.
Em 30 dias, deve disponibilizar um profissional de apoio e /ou mediador aos alunos que apresentarem essa necessidade, seja através de avaliação do próprio colégio ou de laudo de profissionais da equipe multiprofissional que acompanham o educando, com estrita observância quanto à eventual necessidade de especialização específica de tal profissional. E no mesmo prazo oferecer Atendimento Educacional Especializado, a ser desenvolvido por profissional com especialização em educação inclusiva, no período de contraturno.
De imediato, o colégio se compromete a sempre designar reunião a fim de apresentar previamente o profissional de apoio e/ou mediador, quando indicado, aos pais ou responsáveis do educando, a fim de que possam informar tal profissional quanto às singularidades, especificidades, dificuldades, habilidades e talentos do aluno. E ainda garantir aos pais e/ou responsáveis amplo acesso ao respectivo processo educacional e documentação, com a realização de reuniões bimestrais para avaliação do desempenho escolar do educando, e análise quanto à necessidade de adaptações ou alterações nos Planos. Também se compromete a estabelecer estratégias diárias para manutenção da rotina escolar, evitando alterações repentinas que possam ocasionar desregulações emocionais e sensoriais a esses alunos.
O descumprimento injustificado por parte do compromissário acarretará o pagamento de multa diária no valor de R$ 1.000,00 por estudante com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação que tenha seus direitos desrespeitados. O valor da multa será reversível ao Fundo Municipal da Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência de Santarém, podendo também ser convertido em bens ou serviços que beneficiem as comunidades ou os interesses diretamente prejudicados, a critério do MPPA, e poderá ser aplicada sem prejuízo das demais sanções penais, civis e administrativas que forem cabíveis.
O homicídio aconteceu na noite de sábado (02), por volta das 23h na Comunidade de São Luiz do Tapajós em Itaituba no Sudoeste do Pará.
Segundo relatos de testemunhas aos policiais Militares que foram acionados para atender a ocorrência, uma discussão entre cunhados, onde o menor V.A.P, desfiriu golpes de canivete no menor de 17 anos das iniciais D.F.K.M que era indígena e tinha apenas 17 anos de idade, a motivação é o fato de Daniel não aceitar o relacionamento de sua irmã com V.
Quando a PM chegou no local onde o crime aconteceu, o corpo da vítima já havia sido levado por populares para o Posto de Saúde da Comunidade, numa tentativa de salvarem a vida dele, mas infelizmente sem sucesso pois a vítima já estava morto.
Diante da ocorrência, a guarnição acionou o delegado de plantão e o IML que autorizaram a remoção do corpo por voadeira até a cidade de Itaituba, onde o Centro de Perícias recebeu, e o encaminhou até o Instituto Médico Legal para ser periciado.
Polícia científica removendo o corpo na Comunidade/Foto: Reprodução PM
Na manhã do domingo (03), a mesma equipe Policial que atendeu a ocorrência de homicídio, foi acionada através de uma denuncia anônima informando que o suspeito, estaria na Comunidade de Ipiranga às margens do ramal do Itapacura, foi solicitado apoio da GU do Campo Verde, KM30 que seguiram até a Comunidade indicada, onde Vinicius, foi encontrado e conduzido até a 19° Seccional para apresentação.
Suspeito de homicídio/Foto: Divulgação Redes Sociais
Uma tentativa de assalto a um carro forte da Prosegur foi registrada no final da manhã de sexta-feira (1º), na BR-222, entre o trecho que liga os municípios de Abel Figueiredo e Rondon do Pará, sudeste do estado. Os criminosos estavam fortemente armados e houve troca de tiros com os seguranças da empresa, mas nenhuma quantia foi levada. Buscas são realizadas para localizar os bandidos.
Segundo informações da polícia, a ação começou no momento em que os assaltantes, que estavam em uma caminhonete de modelo S10 preta, ultrapassaram o carro-forte em alta velocidade e começaram a efetuar disparos contra o veículo, na tentativa de forçar a parada. O motorista da Prosegur, então, tentou desviar e contornar a rota para seguir em direção a Abel Figueiredo, a cerca de 20 quilômetros de distância, quando se deparou com outra caminhonete atravessando a rodovia. Nela, havia homens também armados.
Os criminosos ainda teriam seguido o carro forte por cerca de seis quilômetros, mas desistiram do assalto e, em fuga, atearam fogo nas caminhonetes na via.
Um dos bandidos foi atingido, o que levou a polícia a redobrar as fiscalizações em hospitais da área. Nenhum segurança ficou ferido.
Em nota, a Polícia Civil informou que o caso está sendo investigado por meio da Divisão de Repressão ao Crime Organizado (DRCO) para identificar os responsáveis pelo crime.
Na madrugada deste sábado (02), uma mulher identificada por Jhuliana Ketelly Mucha, 23 anos, foi encontrada em estado crítico, depois de ser derrubada da moto, sofrer violência sexual e física, quando voltava do trabalho, nas proximidades do loteamento Pantanal, em Novo Progresso.
Mesmo debilitada, Juliana conseguiu passar detalhes do ocorrido e informou que um homem, que estava em um carro cinza, desceu do veículo e lhe atacou.
Segundo informações divulgadas nas redes sociais, a vítima foi encontrada por populares com a roupa rasgada, corpo machucado e parte do couro cabeludo ficou pendurado devido ás agressões físicas. A mesma foi encaminhada para o Hospital Municipal de Novo Progresso.
De acordo com o vereador Moacelio, o estado de saúde da vítima é considerado estável no momento, e não corre risco de vida. Os médicos realizaram alguns exames, e provavelmente ela será transferida para outra unidade de saúde mais avançada.
Investigação
A polícia ouviu em depoimento a vítima na tarde de sábado, Juliana disse não lembrar do que aconteceu, antes de ser internada falou para populares que ajudaram no socorro, que a motocicleta que usava, foi batida na traseira por um veículo que a seguia de cor cinza, depois disto não lembra, mais do que aconteceu. As polícias Militar e Civil, estão empenhadas em desvendar o caso e pedem ajuda para população se caso encontrarem o veículo com batida na parte frontal avisarem a polícia.
Suspeito preso. Foto:: Reprodução
O suspeito de ter violentado e estuprado “Jhuliana Ketelly Mucha”, de 23 anos, foi preso na tarde deste domingo, 3 de julho de 2022, pela polícia Militar.
A investigação da polícia, conseguiu imagens de câmeras de segurança do veículo e conseguiu chegar até o responsável pela ação criminosa.
A identidade do suspeito não foi divulgada. As declarações da vítima no momento do socorro ajudou a identificar o veículo e chegar até os suspeito. Câmeras de segurança de lojas flagraram o veículo de cor cinza e a polícia chegou até o criminoso, preso, e esta a disposição da justiça.
Câmeras de segurança de lojas flagraram o veículo de cor cinza (Foto: Divulgação Policia)
Moradores fazem manifesto e pedem justiça
Manifestantes ,sensibilizados com o desfecho do caso de agressão a “Jhuliana Ketelly Mucha”, de 23 anos, encontrada brutalmente agredida e violentada na madrugada deste sábado, 2 de julho de 2022, em Novo Progresso, moradores se manifestam demonstrando indignação e revolta e pedem Justiça.
Manifesto na entrada do Hospital Municipal em Novo Progresso, (Foto: WhatsApp)
Os manifestantes percorreram pelas principais ruas da cidade, pararam em frente ao fórum e seguiram até o hospital municipal onde a vítima está internada, com cartazes em mãos protestaram pedindo justiça. “O povo quer Justiça e quer que quem fez isso seja capturado e seja punido exemplarmente.”, disse uma manifestante
Estado de Saúde
Conforme informações inicias, Jhuliana Ketelly Mucha passou por diversos exames, no dia de ontem, chegou ter pedido médico para transferência, no final da tarde apresentou melhoras no quadro clinico e a transferência não foi realizada. Neste domingo (03), o estado de saúde da paciente continua estável.
Nota da Prefeitura
A prefeitura da cidade divulgou nota em áudio, afirmando que a ocorrência merece pronta investigação das polícias, do Ministério Público e do Poder Judiciário. Pediu também para não divulgarem as imagens.
“O ocorrido causou comoção em toda a comunidade progressense, uma vez, que a jovem de apenas 23 anos, conhecido como uma pessoa trabalhadora, mantinha dois empregos durante o dia e a noite, Jhuliana não tem familiares em Novo Progresso.
De acordo com informações da Polícia Civil, a situação na porta da delegacia onde o preso está custodiado, “está complicada”, pois tem muita gente no local revoltada com o crime e esperam “fazer justiça com as próprias mãos”. Agentes de segurança estão tentando acalmar os ânimos dos presentes.
A Polícia Federal deflagrou a Operação “São Lucas” que cumpriu cinco mandados de prisão, sendo dois de prisão preventiva e três de prisão temporária. Quatro mandados de busca e apreensão contra membros de uma suposta seita em Tucuruí, sudeste do Pará.
A operação tem o objetivo de combater a submissão de empregados ao trabalho análogo à escravidão. A ação foi em conjunto com o Ministério Público Federal, Ministério Público do Trabalho, Polícia Rodoviária Federal e outros órgãos e estão sendo investigados crimes contra a dignidade sexual de crianças e adolescentes e tortura.
As buscas foram feitas em uma comunidade religiosa que existe desde o ano de 1997. Segundo informações da polícia, no começo, as pessoas que trabalhavam no local poderiam usufruir do trabalho em uma espécie de “regra igualitária”, onde todo o lucro seria divido entre os trabalhadores. Mas, com o tempo, os donos da comunidade começaram a explorar o trabalho dessas vítimas.
Durante a operação, dez celulares foram apreendidos e uma quantia em dinheiro. Segundo a Polícia Federal, em um dos lugares, havia um local que parecia ser usado para práticas sexuais. As investigações seguem para saber se há mais pessoas envolvidas no crime. Qualquer denúncia que possa ajudar a polícia pode ser feita através do disque 100.