domingo, abril 5, 2026
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Governo do Pará vai definir novas estratégias para ampliar a vacinação contra a Covid-19

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Em suas redes sociais, o governador Helder Barbalho anunciou, nesta terça-feira (29), que o Estado já está articulando com as prefeituras, a sociedade civil e com os diversos segmentos da economia, para que seja feito um mutirão de incentivo à vacinação em todos os municípios, como forma de evitar que o sistema de saúde volte a ser pressionado em decorrência do aumento de casos da Covid-19.

“Nós já temos percebido algumas regiões, particularmente o Baixo Amazonas, a região do Xingu e a região de Carajás, que começa a haver uma pressão sobre o sistema de saúde. E, quando você vai verificar, aqueles que estão necessitando ir para o leito de hospital são exatamente aqueles que resolveram não se vacinar. Nós não podemos continuar vendo isso. Por essa razão, nós temos articulado com as prefeituras, articulado com a sociedade civil e articulado com segmentos da economia para que possamos fazer um grande mutirão, um grande esforço e, acima de tudo, possamos encontrar soluções para impulsionar a vacinação”, explicou o chefe do Executivo Estadual.

Novas estratégias de combate à doença foram definidas durante reunião do governador com o Comitê Técnico e Científico, realizada na tarde desta terça-feira (29), em Belém. Estiveram presentes representantes das secretarias de Estado de Saúde Pública (Sespa), de Segurança Pública e Defesa Social (Segup), de Planejamento e Administração (Seplad), de Comunicação (Secom) e da Fazenda (Sefa), da Casa Civil da Governadoria e Procuradoria-Geral do Estado (PGE).

“O Comitê está traçando estratégias para garantir que a população se vacine, visando frear o aumento dos índices da Covid-19. Desde o início, o governo do Estado, por meio da Sespa, não mediu esforços para garantir o mais rápido possível os imunizantes para toda a população paraense. Agora temos vacinas sobrando devido à baixa procura. Precisamos fortalecer a vacinação para vencer a pandemia”, reforçou o titular da Sespa, Rômulo Rodovalho.

Novo decreto – Dentre as principais definições, o Comitê estuda a publicação de um novo decreto estadual, ampliando as restrições ao acesso de pessoas não vacinadas a estabelecimentos públicos e privados, a fim de evitar a proliferação do novo coronavírus.

“Foi definido que serão criadas restrições para quem não se vacinou e feitas liberações para atividades que ainda estão restritas. Estamos estudando a possibilidade de liberar para 100% a ocupação de alguns espaços. Mas em compensação, o Estado vai intensificar a fiscalização e tornar proibida a entrada neles de pessoas que não se vacinaram”, reiterou Ricardo Sefer, procurador-geral do Pará.

Ainda durante o pronunciamento, Helder Barbalho reforçou a importância da vacinação, como a única alternativa existente para combater a pandemia.

“Nós não podemos correr riscos; não podemos deixar que as cenas de horrores, de perda de vidas, de pessoas sofrendo, voltem a estar no nosso dia a dia, no nosso cotidiano. O governo do Estado, inclusive, está, nos próximos dias, lançando um decreto estadual para prestigiar e favorecer aqueles que se vacinaram. Mas, ao mesmo tempo, também exigir que estabelecimentos, sejam públicos ou de setores privados, estejam obrigando que, para que frequentem locais públicos de circulação coletiva e locais privados, as pessoas apresentem a carteira de vacinação. Não é possível que, com todo o sofrimento já vivido, nós ainda tenhamos que ficar discutindo se vacinar faz bem ou deixa de fazer bem. Não tem outro caminho para que você se proteja, e para que você proteja aqueles que você ama”, afirmou o governador.

Por Barbara Brilhante (PGE)

Chuva deixa várias ruas alagadas, invade casas e causa prejuízos a moradores de Itaituba

A chuva que caiu na tarde desta quarta-feira (01), em Itaituba (PA), causou vários transtornos. Foram poucos minutos de tempestade, porém o suficiente para deixar várias ruas alagadas, invadir casas e causar prejuízos a moradores.

Após o fenômeno, o Plantão visitou diversos pontos da cidade. Alguns vídeos e imagens  também foram compartilhados com a redação. Como pode ser visto na imagem destacada, grande parte da Travessa Treze de Maio ficou tomada pela água, dificultando o tráfego de veículos.

Na orla da cidade, a forte chuva destruiu a decoração natalina que estava sendo montada no barracão de eventos culturais.

Decoração foi destruída. Foto: Divulgação.

No Bairro Santo Antônio, uma moradora da 33 Rua com a 15 de Agosto teve sua casa totalmente invadida pela água. “Olha aí, gente. Minha casa alagou. Chegou até aqui na porta. Só água. A frente da minha casa toda alagada. Valmir! […]”.

Na 1ª rua do Bairro da Coca, não foi diferente. Em um vídeo, uma moradora relata o drama vivenciado pela dona Maria Cleonilce do Nascimento Veloso, de 58 anos, que teve a sua casa invadida pela água e não conseguiu salvar quase nada dos objetos. “A coitada perdeu tudo. Não tem nem onde dormir”, disse um morador.

“Não tem mais nada aqui. Estragou tudo. Seja oque Deus quiser. Eu não sei nem onde vou dormir hoje. Se os vizinhos me derem um lugar para eu dormir mais meu filho, eu agradeço muito. Não tem mais nada. Perdeu tudo. Até os documentos molhou tudo”, disse Dona Cleonilce.

Veja o vídeo:

Por conta da situação, Dona Cleonilce pede ajuda da população para se erguer novamente. “Agora, eu preciso de ajuda”. Quem puder ajudá-la, o endereço é: 1ª Rua do Bairro da Coca, Nº 611. O contato dela é: (93) 99130-3619.

Fonte: Plantão 24horas News.

Mulher passa por dificuldade financeira e pede ajuda em Itaituba

Uma mulher, identificada como Leila Silva Araújo, moradora do Bairro Wirland Freire, em Itaituba (PA), está passando por dificuldades financeiras e necessita de ajuda.

Leila apresenta problemas ortopédicos nas mãos. Por conta disso, ela não está podendo trabalhar e precisa fazer uns exames. A mulher relata que antes trabalhava com venda de churrasquinho, porém teve que dar uma pausa, porque o seu carrinho de churrasco foi roubado.

Quem puder ajudá-la com outro carrinho, doação de alimentos e dinheiro, pode estar usando os seguintes meios:

– Pix: 93991107822 (Wanderson Lira Santos);

– celular: 93 9135-8552;

– endereço: Residencial Wirland Freire; Quadra 13 Nº 303.

Fonte: Plantão 24horas News.

Consumidores participam de audiência pública com a empresa Equatorial, em Itaituba

Representantes de comunidades e membros da Equatorial Pará estiveram reunidos na manhã desta quarta-feira (01), na sessão da Câmara do Poder Legislativo Municipal de Itaituba. A audiência pública pautou melhorias na prestação de serviços de energia pela concessionária.

De acordo com a Vereadora Maria Pretinha, tem sido grande o número de reclamações quanto à falta de energia e preço da conta de luz. Segundo ela, a demanda já havia sido apresentada em uma audiência anterior, porém não se obteve resultado.

“A gente já fez uma audiência pública dessa. Aguardamos mais de dois anos o resultado e não deu resultado nenhum. Então, através de muitas reclamações e mesmas reclamações, a gente pediu novamente a audiência pública, pois se você observar as ocorrências são quase toda igual: a falta de energia, a queda de energia, os talões de energia alta […]”, disse a vereadora.

  Reivindicação dos consumidores. Foto: Weslen Reis/Plantão.  

“… Cortar e cobrar energia, ela sabe muito bem. Agora, o consumidor sempre está perdendo através da Equatorial. Então, eu quero aqui também chamar atenção do Procon, para que eles possam realmente defender o povo de baixa renda, o povo humilde defender, o consumidor, o qual órgão tanto defende…”, complementou.

Foto: Weslen Reis/Plantão.  

Sustentando o que a parlamentar disse, Patrícia Pinheiro, Presidente do Wirland Freire, e Reivan Campos, Presidente do São Luiz Tapajós, destacaram que, por conta de quedas de energia, moradores têm tomado prejuízos quanto à queima de eletrodomésticos e perda de alimentos por falta de refrigeração.

“… As dificuldades do nosso residencial são oscilações da energia. Às vezes, falta às 5h da tarde e chegas às 05h da manhã. Aí, é eletrodoméstico queimado… É um residencial da baixa renda, mas infelizmente nossos talões não da baixa renda. Às vezes, chega talão de 500, 300, 1000 reais isso é difícil para nós. Pagamos uma energia que está caríssima em Itaituba e de péssima qualidade […]”, disse Patrícia Pinheiro.

Foto: Weslen Reis/Plantão.  

“A gente quer que a Equatorial solucione o problema, pois é falta energia constante. Então, a gente veio aqui reivindicar nossos direitos […]. No caso da falta de energia, quando a gente liga, muitas das vezes, ele atende a gente, mas dá aquela demora. A gente, enquanto morador, fica preocupado, porque dentro da nossa comunidade existem pessoas que trabalham como pessoas que pescam e armazenam seus peixes. Com essa demora de energia, eles vão estragar os alimentos […]”, Reivan Campos, Presidente do São Luiz Tapajós.

Em relação à problemática, Geovan Chagas, membro da Equatorial de Itaituba, reconhece o lado certo da comunidade e disse que a entidade vai buscar meios para suprir as pendências.

“A gente vai sentar. A gente ver que a reivindicação é uma só: falta de manutenção e energia. É um processo que é de responsabilidade nossa. É o cliente que paga. Então, nós precisamos dar essa assistência. A gente está reformando o nosso grupo de pessoas que fazem esse trabalho juntamente conosco. Trouxemos pessoas de fora para nos ajudar; inclusive, hoje eu estou aqui com o Ronaldo e o Rodrigo. São pessoas que nós contratamos recentemente para nos dar esse apoio […]”.

Em se falando da conta de luz, Geovan pontua que o consumidor tem de entender o valor das faturas é dividido com taxas que devem ser paga, além da concessionária, aos governos municipais, estaduais e federais.

“A pessoa precisa entender a fatura dela. Se você pegar a fatura hoje, 30% é da concessionária demais está envolvido ICMS, que, quando você pegar sua fatura, 25% dela é do Governo do Estado. Bandeira tarifária, PIS, Confins, que é do Governo Federal, e Iluminação Pública, que é do Governo Municipal. Tirando, por exemplo, de uma fatura de 100 reais, 30 reais é da concessionária para nós pagar folha de pagamento, fazer investimento e todos processos voltados para a empresa, conforme determinações da Aneel”, esclareceu Geovan.

Quanto ao problema, Luiz Henrique, Diretor do Procon, realça que os consumidores que tiveram qualquer tipo de problema em relação ao consumo devem procurar a empresa. Caso não seja resolvido, eles devem procurar o órgão.

“O que se percebe é que o péssimo serviço ainda prevalecendo nas comunidades como falta de energia queda de energia. Tem representante de comunidade que questionou. Teve produtos que foram danificados: laticínios, eletrodomésticos… A gente está aí para ajudar. Vamos até conversar com o presidente da câmara, para ver se há uma possibilidade de fazer algum ingresso judicial, uma vez que já foi tratado esse mesmo assunto e a empresa não está levando em consideração ao que foi acordado na reunião passada”.

“[…] se você teve qualquer tipo de prejuízo ou dano, procure a empresa, faça um registro e guarde o número de protocolo. Se houve uma falta de energia, ligue e anote o número de protocolo. Se não for solucionado, vá com a gente, que vamos tomar outras medidas cabíveis, para poder sanar esse problema”.

Vereadores que participaram

1 ° Maria Pretinha

2° João de Barros

3° Nem de Miritituba

4° Thiago Maciel

5° Odineia Peres

6° Antônia Barros

7° Ronny Freitas

8° Peninha

Fonte: Plantão 24horas News.

Vacinação contra Febre Aftosa é prorrogada para 15 de dezembro no Pará

A campanha de vacinação contra a Febre Aftosa no estado do Pará foi prorrogada para o dia 15 de dezembro, em 127 municípios para o rebanho com idade até 24 meses. A alteração foi concedida pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e atende a solicitação do setor produtivo devido a problemas na aquisição da vacina.

O prazo que se encerraria nesta terça-feira (30), foi estendido para garantir que 100% do rebanho seja imunizado. No novo período, os produtores precisam vacinar até o dia 15 de dezembro e notificar até o dia 20 deste mês em qualquer escritório da Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará) ou via internet, pelo Sistema de Integração Agropecuária (Siapec3), que está disponível no site da Adepará.

Para realizar a vacinação, o produtor deve adquirir a vacina em uma revenda cadastrada junto à Adepará. Com apenas uma dose de 2 ml, através da via subcutânea ou intramuscular, na região da tábua do pescoço (terço médio) do animal, o rebanho está imunizado.

Vale ressaltar que é fundamental a comprovação da vacinação, sendo necessário apresentar, além da nota fiscal de aquisição da vacina, a relação do rebanho, com a quantidade de animais, faixa etária e espécie trabalhada. O produtor que não notificar a vacinação estará sujeito à multa, cujo valor pode variar de acordo com a quantidade de animais.

Cobertura vacinal – A campanha integra o Programa Nacional de Vigilância para Febre Aftosa (Pnefa), destinado a alcançar a cobertura vacinal preconizada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) em bovinos e bubalinos. Além da melhoria econômica, o Pnefa exige análise dos cenários e esforços das iniciativas públicas e privadas para que, até 2026, a vacinação contra a doença seja suspensa em todo o País.

A Agência de Defesa Agropecuária está presente nos 144 municípios paraenses e mantém a Ouvidoria para recebimento de denúncias. No site www.adepara.pa.gov.br você encontra os endereços e contatos dos escritórios em todo o Pará.

Os telefones para contato são: (91) 3210.1101 / 1105 / 1121. Caso a preferência seja por telefone celular, o contato é (91) 99392.4264.

Por Lilian Guedes (ADEPARÁ)

Estudantes concorrem a 1.817 vagas ofertadas pelo Forma Pará, com prova neste domingo (5)

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Mais de 10.300 estudantes realizam a prova do processo seletivo especial do Forma Pará, neste domingo (5). Eles irão concorrer a 1.817 vagas ofertadas pela chamada 2021 do programa em 36 municípios/distritos paraenses. O curso mais concorrido foi o de Enfermagem/UFPA em Cametá, com 66,04 candidatos por vaga, seguido de Engenharia Civil/UFPA, em Barcarena, com a concorrência de 19,32/vaga; Enfermagem/Uepa, em Mocajuba, com 14,7/vaga; Agronomia/UFPA, em Novo Repartimento, 9,95/vaga; Direito da Terra/Unifesspa, em Itupiranga, 9,06 por vaga; e Engenharia Civil/Unifesspa, em Almeirim, 7,74/vaga.

O Forma Pará é uma ação do governo do Estado executado de maneira inovadora, unindo esforços com as Instituições de Ensino Superior (IES) públicas, prefeituras e organizações sociais. Ele busca reduzir o déficit da educação superior no Pará, ofertando cursos em municípios/distritos que não tenham campi das instituições ou que possuam demanda para determinado curso que não é ofertado.

Estudantes de 36 municípios estão inscritos no Forma Pará. Foto: Rodrigo Pinheiro / Ag.Pará

Em 2021, o Forma Pará chega a três anos de execução, totalizando  4.000 vagas ofertadas em cursos de graduação em áreas de licenciatura, bacharelado e tecnológico. Já foram alcançados mais de 50 municípios em 11 das 12 regiões de integração do estado.

A chamada 2021 do programa terá cursos executados por todas as IES públicas presentes no estado: Universidade Federal do Pará (UFPA); Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra); Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa); Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa); Universidade do Estado do Pará (Uepa); e Instituto Federal do Pará (IFPA).

CURSOS E MUNICÍPIOS

Os cursos ofertados e os municípios atendidos pelo Forma Pará, por meio da UFPA são: Licenciatura em Música, 40 vagas, em Ponta de Pedras; Engenharia Civil, em Barcarena e Rondon do Pará (50 vagas cada); Agronomia, 45 vagas, em Novo Repartimento; Enfermagem, 42 vagas, em Cametá; Engenharia Mecânica, 50 vagas, em Nova Ipixuna; e Turismo, 50 vagas, em Salinópolis. O que totaliza 327 vagas.

Por meio da Unifesspa, a oferta é de 500 vagas dos seguintes cursos em 11 municípios: Zootecnia, 40 vagas, em Piçarra; Geologia, 40 vagas, em Ourilândia do Norte; Medicina Veterinária, 40 vagas, em Tucumã; Engenharia Mecânica, 40 vagas, em Tailândia; Matemática, em Cumaru do Norte e Santa Maria das Barreiras (50 vagas em cada); Engenharia Civil, em Rio Maria, Almeirim e Eldorado dos Carajás (50 vagas em cada); Engenharia da Computação, 40 vagas, em Nova Ipixuna; e Direito da Terra, 50 vagas, em Itupiranga.

Pela Ufra serão ofertadas 150 vagas nos cursos: Sistemas de Informação, 50 vagas, em Belém/Icoaraci; Ciências Contábeis, 50 vagas, em Salvaterra; e Licenciatura em Letras – Língua Portuguesa, 50 vagas, em Santa Cruz do Arari. E pela Ufopa, o curso é Gestão Pública  e Desenvolvimento Regional, 40 vagas, em Alenquer.

Por meio da Uepa, o Forma Pará também abriu 500 vagas (50 em cada) em outros dez municípios/distritos: Tecnólogo em  Gastronomia, em Belém/Mosqueiro; Engenharia Civil, em Bragança; Engenharia de Produção, em Acará; Engenharia de Software, em Baião; Bacharelado em Enfermagem, em Goianésia e Mocajuba;  Licenciatura em Educação Física, em Tracuateua; Licenciatura em Ciências Biológicas, em Bagre; Licenciatura em Geografia, em Muaná; e Licenciatura Intercultural Indígena, em Parauapebas (Terra Indígena).

Já pelo IFPA, a oferta é de 300 vagas.  Os cursos e os municípios são: Engenharia de Pesca, em Bonito; Engenharia de Alimentos, em Santa Maria; Tecnologia em Gestão Ambiental, em Belém/Icoaraci; Tecnologia em Agroecologia, em Bom Jesus do Tocantins e em Cachoeira do Arari; e Engenharia Agronômica, em Novo Progresso. São ofertadas 50 vagas em cada um desses municípios.

O Centro de Processos Seletivos (CEPs) da UFPA é o responsável pelo processo que envolve os cursos de tal universidade. Já os demais processos seletivos são organizados pela Fundação de Amparo e Desenvolvimento da Pesquisa (Fadesp).

LEI

No dia 8 de outubro de 2021, o governador Helder Barbalho publicou, no Diário Oficial do Estado (DOE), a Lei no 9.324 que transformou o Forma Pará em Programa de Estado, não mais de Governo. Desta forma se garante a continuidade do programa nas próximas gestões de governo, que terão de manter o investimento na ampliação do número de vagas de ensino superior no estado. A publicação da lei ainda permite que o programa oferte agora cursos em nível de pós-graduação (especialização, mestrado, doutorado e pós-doutorado).

Por Fernanda Graim (SECTET)

ROCAM prende homem suspeito de tráfico de entorpecentes no Piracanã, em Itaituba

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Um homem, que não teve o nome revelado, foi detido, por policiais da ROCAM, suspeito de tráfico de entorpecentes no Bairro Piracanã, em Itaituba (PA). A detenção ocorreu na noite desta terça-feira (30).

A polícia chegou até o homem após uma denúncia anônima de que ele estaria comercializando entorpecentes próximo a um antigo clube. Durante busca pessoal, foram encontrados, com ele, 21 embalagens de entorpecentes do tipo maconha, pesando 20 g, e 31 embalagens de entorpecentes do tipo crack, pesando 23 g, e a quantia de R$ 55,00.

Em ato contínuo, com autorização escrita pela mãe do homem, os policiais foram autorizados a entrarem na residência, porém nada mais foi encontrado. À vista da situação, os militares encaminharam o homem e o material à 19ª Seccional de Polícia Civil.

Fonte: Plantão 24horas News.

Cirurgião torácico do Ophir Lyola chama a atenção à prevenção do câncer de pulmão

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O aposentado Eraldo Antônio, 73 anos, descobriu o câncer de pulmão em julho deste ano. Desde o diagnóstico, ele realiza consultas e têm acompanhamento diário dos médicos do Hospital Ophir Loyola. Há 20 anos Eraldo parou de fumar, porém trabalhava em laboratório e lidava com substâncias químicas. “Eu fazia muitas pesquisas com minerais, me expus muito durante a vida, não me cuidava, era relaxado. Uma vez cheguei a me queimar com ácido e nunca procurei um médico para me curar. Hoje toda essa exposição dentro do laboratório pode ter causado a doença”, acredita o aposentado.

Considerado o terceiro tipo de câncer mais comum entre os homens, o câncer de pulmão, em 90% dos casos, tem como origem o tabagismo e a exposição ao tabaco de forma passiva. Segundo o Ministério da Saúde, a taxa de sobrevida média de cinco anos para câncer de pulmão é de 18%, mas quando ele é identificado em estágio inicial esse número aumenta para 56%.

Câncer de pulmão: o diagnóstico precoce é fundamental. Foto: Reprodução

Segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca), a estimativa para casos novos é de mais de 17 mil em homens. O Hospital Ophir Loyola, referência em oncologia no estado do Pará, atende atualmente 112 homens com a doença. O cirurgião torácico Antonio Bomfim, afirma que no Brasil ainda existe uma maior prevalência em homens, em relação às mulheres, que fumam ou fumaram em algum momento da vida, porque a carga tabágica -multiplicação do número de maços fumados por dia pelo número de anos de tabagismo – é ainda maior no público masculino.

“Nos Estados Unidos essa incidência já está igualada e no Brasil ainda é maior nos homens. Além disso, o público masculino começou a fumar antes, na época da revolução industrial e, por conta disso, nós temos essa disparidade no número de casos”, afirmou Antônio.

As faixas etárias mais afetadas são homens e mulheres com mais de 50 anos. “No  ano de 2020, muitos casos foram descobertos a partir da busca pelo diagnóstico de doenças virais, como a covid-19, incluindo pessoas entre 30 e 40 anos”, ressaltou o especialista. Os sintomas da doença podem variar, como tosse persistente e com sangue, perda de peso, falta de ar, dor no peito, rouquidão e até complicações neurológicas.

O diagnóstico precoce é obtido por meio de radiografias de tórax, complementadas por tomografias computadorizadas e exames que indicam que a suspeita de câncer de pulmão pode ser investigada. Quando um paciente desenvolve sintomas, o diagnóstico geralmente é feito com base no que ele apresenta.

Em relação aos riscos do tabagismo, o especialista lembra que se o indivíduo ainda fuma, precisa parar o mais rápido possível, pois o tabaco não traz benefícios. Ele afirmou que sem cigarros o indivíduo melhora o paladar, o olfato e a qualidade de vida.

“Após anos sem o cigarro a função cardíaca volta aos padrões e o risco de câncer vai diminuindo conforme vão passando os anos. Se o paciente tem câncer e continua fumando, o tabagismo atrapalha o tratamento e piora o resultado”, destacou o cirurgião.

O tratamento do câncer de pulmão requer a participação de um grupo multidisciplinar para a decisão da melhor conduta para o paciente. Em geral, pode ser feito com cirurgia, quimioterapia ou radioterapia, associadas ou não. Portanto, o tratamento depende do tipo histológico e do estágio da doença. “Para prevenir a doença, além de não fumar, é necessário evitar o tabagismo passivo, a exposição a agentes químicos que estão  presentes em determinados ambientes de trabalho, como o arsênico, asbesto, berílio, cromo, radônio e níquel”, orienta Antonio Bomfim.

Texto de Viviane Nogueira

Por Governo do Pará (SECOM)

Jovem é detido pela ROCAM por porte ilegal de arma de fogo no Bairro Irajá em Itaituba,  no PA

Militares da Rocam em rondas ostensivas na tarde desta terça-feira 30 de novembro de 2021, no Bairro Itajaí, avistou um homem em atitude suspeita em uma motocicleta Titan 125 de cor azul, ao perceber a chegada dos policiais o mesmo tentou fugir, tentando entrar em um terreno baldio.

Flávio foi conduzido para delegacia de polícia para prestar esclarecimentos. Foto: Reprodução/PM

Nesse momento, os policiais conseguiram capturar o Flávio Souza dos Anjos, que foi abordado e logo feito uma busca veicular e revista pessoal, onde foi encontrado uma arma caseira  calibre 28, um cartucho, duas pequenas porções de produto similar a “maconha”, uma motocicleta e uma quantia em dinheiro no valor de R$: 30,00.

Diante dos fatos, Flávio foi preso por porte ilegal de arma de fogo e conduzido à delegacia de polícia civil para as devidas providências cabíveis.

Material apreendido. Foto: Reprodução/PM

MATERIAIS APREENDIDOS:

– UMA ESPINGARDA CAL 28

– UM CARTUCHO 28

– DUAS PORÇÕES DE DROGA SIMILAR A (MACONHA)

–  UMA MOTOCICLETA

– TRINTA REAIS,R$ 30,00.

Fonte: Plantão 24horas News

Especialista do Regional da Transamazônica alerta sobre os riscos da automedicação

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A automedicação é um mau hábito que vem sendo amplamente praticado pelos brasileiros ao longo dos anos. De acordo com dados do Conselho Federal de Medicina, 77% da população brasileira faz o uso de medicação sem qualquer orientação ou prescrição médica.

Com o objetivo de alertar a sociedade sobre os riscos da automedicação e do uso indiscriminado de medicamentos, o Hospital Regional Público da Transamazônica, gerenciado pela Pró-Saúde em Altamira, faz um alerta sobre o tema, que se tornou uma preocupação para as autoridades sanitárias.

De acordo com Erick Silva, farmacêutico clínico do Regional Público da Transamazônica, unidade do Governo do Estado do Pará, a automedicação é caracterizada pelo uso de medicamentos por conta própria, muitas vezes indicado por pessoas que não têm conhecimento para isso, como amigos, familiares ou profissionais não habilitados.

O Regional da Transamazônica é reconhecido nacionalmente entre os melhores hospitais públicos do Brasil e possui a certificação ONA 3 Acreditado com Excelência, concedido pela Organização Nacional de Acreditação (ONA), reconhecimento que atesta a qualidade dos serviços prestados à população no interior do Pará.

“Outra situação que nos preocupa é quando alguém busca na internet qual medicamento pode aliviar aquela dor de cabeça, por exemplo. Parece algo simples, mas pode ser o sintoma de uma doença mais grave, e quando a pessoa toma o medicamento, acaba ocultando o problema principal e impedindo um diagnóstico precoce”, alerta Erick Silva.

Ele citou outros riscos que a automedicação pode ocasionar, além do atraso no diagnóstico correto, como reações alérgicas, dependência, agravamento do distúrbio e até intoxicações que, em muitos casos, podem ser letais.

“Os antitérmicos, antialérgicos e analgésicos estão entre os medicamentos que mais intoxicam. Os anti-inflamatórios podem causar o grave comprometimento dos órgãos, como os rins”, explica o farmacêutico Erick Silva.

A interação medicamentosa é outro ponto preocupante. Isto ocorre quando dois ou mais medicamentos são tomados juntos. “O uso de um medicamento pode anular o efeito do outro, potencializar esse efeito ou até mesmo a combinação deles pode resultar em uma fatalidade”, afirma o profissional.

PERIGOS DA AUTOMEDICAÇÃO

– Agravamento do quadro de saúde;
– Intoxicação por superdosagem de remédios;
– Alergias, diarreia, náusea e vômito;
– Dependência por conta do uso excessivo de remédio;
– Interação medicamentosa, quando um medicamento é misturado com outro;
– Resistência de micro-organismos, como as bactérias.

Uso indiscriminado

Outro obstáculo apontado pelo profissional farmacêutico é o uso indiscriminado de medicamentos por parte da população. A ação é relacionada ao uso excessivo e constante de medicamentos, que podem acarretar graves problemas de saúde.

Segundo Erick, uma das maiores preocupações é com o uso inadequado de antibióticos, que são medicamentos controlados capazes de interromper o crescimento bacteriano. Porém, com o uso indevido, esse tipo de medicamento tem contribuído para o surgimento de bactérias mais resistentes.

“Sempre que você consome um antibiótico, é natural que o corpo vá desenvolvendo certa resistência. Se você tomar de forma indevida, acaba acelerando esse processo e, quando realmente precisar daquele medicamento, ele não fará mais o efeito esperado no seu organismo”, alerta o farmacêutico.

Com o intuito de melhorar a consciência e compreensão da resistência antimicrobiana no mundo, a Organização Mundial de Saúde (OMS) criou a Semana Mundial de Conscientização Sobre o Uso de Antibióticos, que ocorre anualmente de 18 a 24/11.

É imprescindível a orientação de um profissional para fazer o uso de quaisquer medicamentos. “Este suporte auxiliará o paciente a compreender a doença e como ela será tratada da melhor forma possível”, ressalta o profissional do  Hospital Regional Público da Transamazônica.

*Texto de Karine Sued de Oliveira

Por Governo do Pará (SECOM)